Na Luta Pela Maior Representação das Distribuidoras Portuguesas e dos Estúdios de Hollywood Nos Óscares, NOS e FOX Saem Triunfantes!

Entre todas as distribuidoras nacionais, a NOS Audiovisuais voltou a ser aquela que mais filmes conseguiu ter entre os nomeados aos Óscares. Ao todo foram vinte e dois filmes nomeados em diversas categorias: “Carol”, “The Big Short - A Queda de Wall Street” (CRÍTICA), “Creed: O Legado de Rocky” (CRÍTICA), “O Caso Spotlight” (CRÍTICA), “The Danish Girl - A Rapariga Dinamarquesa” (CRÍTICA), “Room”, “Trumbo”, “Brooklyn” (CRÍTICA), “Steve Jobs” (CRÍTICA), “007 SPECTRE” (CRÍTICA), “A Ovelha Choné: O Filme”, “Inside Out” (CRÍTICA), “Ex-Machina” (CRÍTICA), “Mad Max: Estrada da Fúria” (CRÍTICA), “Anomalisa”, “Youth” (CRÍTICA), “Cinderela”, “Star Wars: O Despertar da Força” (CRÍTICA), “As Cinquenta Sombras de Grey” (CRÍTICA), “O Centenário Que Fugiu Pela Janela e Desapareceu” e “Amy”, bem, como a curta-metragem “Sanjay – Super Equipa”. No total foram sessenta nomeações, um número impressionante que traduz a supremacia da NOS na distribuição de filmes no nosso território, sendo que estas sessenta poderiam ser sessenta e uma nomeações, caso a NOS tivesse optado por distribuir "Straight Outta Compton" que pertence ao pacote de distribuição da Universal Pictures.  
Entre os nomeados ao Óscar de Melhor Filme, a NOS tem cinco candidatos, pertencendo os outros três à Big Pictures que é assim a segunda distribuidora com mais filmes entre os nomeados aos Óscares. Para além de “The Revenant – O Renascido” (CRÍTICA), que conquistou doze nomeações, a Big Pictures é também a distribuidora de “Perdido em Marte” (CRÍTICA) e “Ponte dos Espiões” que, no total, arrecadaram vinte e cinco nomeações. A estes juntam-se também “Joy” que encerra a contagem da Big Pictures em vinte e seis nomeações graças à nomeação de Jennifer Lawrence ao Óscar de Melhor Atriz. 
Já mais longe a Pris Audiovisuais encerra o Top 3 das distribuidoras portuguesas mais representadas nos Óscares com seis nomeações divididas pelos filmes “The Hateful Eight” e “Sicario” (CRÍTICA). Entre as distribuidoras mais pequenas destaque para a Outsider Filmes que conseguiu duas nomeações graças a “Mustang” (Melhor Filme Estrangeiro) e “When Marnie Was There” (Melhor Filme de Animação). Já a Midas Filmes (“Son of Saul” – Melhor Filme Estrangeiro) e a Alambique (“45 Years” (CRÍTICA) – Melhor Atriz/ "The Look of Silence" - Melhor Documentário) também conseguiram representação nos Óscares, sendo que a Midas pode muito bem ser a responsável pela estreia do Melhor Filme Estrangeiro, já que “Son of Saul” é de longe o grande favorito à conquista do prémio. 
Ao nível de Hollywood, a 20th Century Fox foi o estúdio que mais nomeações aos Óscares conseguiu, tendo conquistado vinte e seis nomeações graças aos filmes “The Revenant”, “The Martian”, “Bridge of Spies” e “Joy”. Num já distante segundo lugar ficou a Walt Disney Pictures com catorze nomeações, sendo que cinco delas pertencem à mega produção “Star Wars: the Force Awakens”. A Warner Bros. também se conseguiu destacar nos Óscares com as suas onze nomeações que foram conseguidas graças às justas dez nomeações de “Mad Max: Fury Road”, às quais se junta a nomeação de Sylvester Stallone ao Óscar de Melhor Ator Secundário por “Creed”. Por fim, a The Weinstein Company conseguiu nove nomeações graças a “Carol” e “The Hateful Eight”, mas nenhuma dessas nomeações foi na importante categoria de Melhor Filme.

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