Crítica - Max Steel (2016)

Realizado por Stewart Hendler
Com Ben Winchell, Maria Bello, Andy Garcia

Um incrível fracasso. Um enorme falhanço. Um filme terrível. São estas as reações mais comuns a "Max Steel", um dos piores filmes de 2016 e uma das piores apostas de Hollywood dos últimos anos no género dos blockbusters. Baseado na homónima linha de brinquedos da Mattel, "Max Steel" acompanha a história do adolescente Max McGrath que, após descobrir que consegue controlar a energia e transformá-la numa força super-humana, conhece um amigável extraterrestre com quem terá que trabalhar em conjunto para encontrar uma forma de derrotar a força misteriosa que ameaça o mundo.
Com uma história básica onde a ação é descurada, a aventura é inexistente e a ficção cientifica roça o ridículo, "Max Steel" junta assim na mesma narrativa várias variantes de entertenimento muito fracas e sem sentido que, em conjunto, promovem uma história infeliz em tudo. Entre incríveis falhas de contexto, exposições fracas e erros imperdoáveis existe, no fundo de tudo, uma incompreensível ausência de entretenimento e criatividade. O resultado final é por isso uma péssima narrativa que não entusiasma em nenhum momento e de nenhuma forma
Não ajudou também a direção sem confiança ou sentido de Stewart Hendler, nem tão pouco a prestação medíocre de um elenco sem qualquer capacidade para tentar dar um ar de graça ou fulgor ao filme. Não se crítica apenas a prestação medíocre do jovem Ben Winchell, mas também de um elenco secundário repleto de atores conhecidos mas que claramente já passaram o auge da sua forma, como por exemplo é o caso de Andy Garcia.

Classificação - 0 Estrelas em 5

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