FESTin 2017 - Vencedores e Considerações Finais

Terminou na passada quarta-feira o FESTin-Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa. A quarta longa-metragem do realizador brasileiro Cláudio Assis, intitulada "Big Jato", foi considerada o Melhor Filme desta 8ª Edição do FESTin. Trata-se de uma história irreverente sobre um empregado de limpeza de esgotos e do seu odiado irmão gémeo. É a segunda vez que um filme de Assis é distinguido neste categoria, isto após “Febre do Rato” ter sido eleito o Melhor Filme em 2011. O palmarés completo do FESTin pode ser consultado no final do post.
Foi mais uma bela edição do FESTin que trouxe novamente a Lisboa o melhor do cinema lusófono. É certo que o Brasil dominou, novamente, a programação do festival, mas outra coisa não seria de esperar já que, entre todos os países que formam a comunidade lusófona, o Brasil é o país com maior produção cinematográfica. Este claro poder ficou demonstrado ao longo do FESTin, já que os filmes com maior qualidade eram provenientes do Brasil que, pese embora a crise económica que afeta o país, continua a apresentar boas produções com bons valores técnicos. Talvez a Edição de 2018 do FEStin traga uma maior diversidade na programação, mas o mais certo é que o Brasil volte a dominar, com toda a justiça, o palmarés e a programação de edições futuras. Caberá a Portugal ou a Angola darem luta a esta potência cultural da América do Sul. 


Melhor Longa-Metragem de Ficção: “Big Jato”, de Cláudio Assis
Melhor Longa-Metragem de Ficção – Prémio da Crítica: “Comeback”, de Érico Rassi
Melhor Longa-Metragem de Ficção – Júri popular: “Uma Vida à Espera”, de Sérgio Graciano
Menção Honrosa Longa-Metragem de Ficção: “BR 716”, de Domingos de Oliveira.
Melhor Realizador: Érico Rassi, de “Comeback”
Melhor Ator - Matheus Nachtergaele, por “Big Jato”
Melhor Atriz - Glauce Guima, por “BR 716”
Melhor Documentário – “Curumim”, de Marcos Prado
Menção Honrosa Documentário - “Todos”, de Marilaine Castro da Costa e Alberto Cassol
Melhor Documentário – Júri popular: “Um Sonho Soberano” de Gonçalo Portugal Guerra
Melhor Curta-Metragem – “Universo Preto Paralelo”, de Rubens Passaro 
Melhor Curta-Metragem – Júri popular: “Kuru”, de Francisco Antunez
Menção Honrosa para Curta-Metragem – “Rosinha”, de Gui Campos
Melhor Infanto/Juvenil Júri Adulto – “Lua em Sagitário”, de Márcia Paraíso
Menção honrosa  Infanto/Juvenil Júri Adulto - “O Projeto do meu Pai”, de Rosaria
Menção Honrosa Júri Infantil – “Pequenos Animais sem Dono”, de Maju de Paiva

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