Crítica - Walking Out (2017)

Realizado por Alex Smith, Andrew J. Smith 
Com Matt Bomer, Josh Wiggins

Estreou no Festival de Sundance 2017 e, pese embora os comentários positivos que recebeu, “Walking Out” não conseguiu ter sucesso no circuito comercial. E de certa forma compreende- se porque é que não teve muita presença nas salas de cinema ou no box-office. Trata-se de uma drama independente que representa a típica obra de Sundance. Isto porque é um filme com um orçamento baixo que apresenta uma qualidade técnica e narrativa acima da média mas que, infelizmente, não é comercialmente apelativo.
Os seus principais protagonistas são Matt Bomer e Josh Wiggins que interpretam, respetivamente, um filho e um pai que lutam para se relacionar a qualquer nível durante uma caçada, até que um acidente deixa o pai gravemente ferido. A partir daqui, "Walking Out" torna-se numa jornada de sobrevivência que irá aproximar pai e filho. Até ao acidente em questão, "Walking Out" é bastante ameno, já que apenas ilustra os problemas emocionais que dominam o par, mas após o acidente o filme ganha um pouco mais de ritmo, emoção e ação. É nesta parte que estão, aliás, os melhores momentos, como o seu final que é um bom exemplo de imprevisto e coragem narrativa. O problema é que num todo, "Walking Out" não convence e não denota a destreza dramática que se esperava. Em todo o caso é um razoável produto indie que mistura família, drama e sobrevivência, mas para ser um sucesso, os seus criadores deveriam ter arriscado mais.

Classificação - 2,5 Estrelas em 5

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