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Crítica - Stardust (2021)

 

Realizado por Gabriel Range
Com Johnny Flynn, Jena Malone, Marc maron

Os sinais eram óbvios aquando da sua estreia no Reino Unido, mas os espectadores portugueses já tiveram oportunidade de constatar o fracasso da muito aguardada cinebiografia de David Bowie. Esta obra relata, com uma suposta visão intimista, os momentos do processo de inspiração para a criação do inesquecível alter ego de David Bowie: Ziggy Stardust. O filme transporta-nos até 1971, quando um jovem David Bowie (Johnny Flynn) viaja até aos Estados Unidos para promover o seu novo albúm: "The Man Who Sold the World". Deixando Angie (Jena Malone), a sua esposa grávida, para trás, Bowie embarca com a sua banda numa turnê ao lado do lutador Rob Oberman (Marc Maron). Durante a sua jornada, o astro sente a necessidade de se reiventar e inicia uma trajetória de autodescoberta, nascendo, assim, seu icónico alter-ego e um dos maiores ícones culturais do mundo, Ziggy Stardust.

Embora as expectativas fossem elevadas devido ao poder do nome David Bowie, "Stardust" foi muito mal recebido pela crítica, em particular no Reino Unido, onde grandes jornais e revistas, como o The Guardian, o Independent, o Metro ou o Daily Mirror teceram duras críticas ao filme, considerando-o uma obra barata e que em nada dignifica a carreira e a memória de David Bowie, um dos grandes nomes da música do Reino Unido. 

Gabriel Range é o realizado responsável por este projeto, onde o jovem Johnny Flynn dá vida ao famoso artista David Bowie. Jena Malone e Marc Maron também integram o elenco desta cinebiografia que, para além de não respeitar a carreira ou memória do falecido ícone britânico, falha também na hora de cativar os espectadores com uma história dramaticamente atrativa


Classificação - 1 Estrelas em 5

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