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domingo, fevereiro 28, 2010

Crítica - Shutter Island (2010)

Realizado por Martin Scorsese
Com Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Emily Mortimer

Os principais trabalhos de Martin Scorsese são simplesmente magníficos, porque nos apresentam uma enorme variedade de elementos de qualidade que agradam à esmagadora maioria dos espectadores e “Shutter Island” consegue se introduzir na perfeição nesse magnífico conjunto de trabalhos, porque também se assume como uma excelente produção que nos oferece uma cativante e imprevisível história que é protagonizada por um talentoso e luxuoso elenco e dirigida por um icónico cineasta que raramente nos desilude. Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e Chuck Aule (Mark Ruffalo) são enviados para o Hospital Psiquiátrico Ashecliffe na Ilha de Shutter, uma conhecida instituição psiquiátrica onde estão internados os mais perversos criminosos do país, com o intuito de investigar o misterioso desaparecimento de Rachel Solando, uma instável e perigosa assassina que conseguiu escapar desta instituição psiquiátrica sem deixar qualquer espécie de vestígio, excepção feita para uma pequena mensagem indecifrável. Os diversos funcionários do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe não parecem empenhados em cooperar com a investigação e, um dos principais entraves aos avanços da mesma, é o Dr. Cawley (Ben Kingsley), um misterioso psiquiatra que é o principal responsável pela aplicação dos tratamentos psicológicos e psiquiátricos que se fazem na instituição. A investigação é ainda mais atrasada com a chegada de um furacão que acaba por isolar os agentes da civilização, uma situação que os deixa rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos. À medida que enfrentam dúvidas e desvendam segredos, ambos os agentes percebem que as suas vidas estão em risco e que podem não conseguir sair vivos desta ilha maldita.


O imaginativo argumento de “Shutter Island” é baseado na homónima produção literária da autoria de Dennis Lehane e, à semelhança desse atractivo produto, consegue nos oferecer uma fantástica história que em nenhum momento se torna cansativa ou aborrecida, muito pelo contrário, mantém os espectadores concentrados e agarrados ao seu imprevisível desenvolvimento que nos apresenta inúmeras surpresas e reviravoltas extremamente acutilantes. O enfoque inicial da história é a exaustiva investigação policial que é conduzida pelos agentes federais sobre o desaparecimento da perigosa condenada e, posteriormente, sobre a continua sucessão de misteriosos acontecimentos na instituição psiquiátrica, no entanto, à medida que nos aproximamos da conclusão, a investigação é praticamente esquecida e a exploração da enigmática história individual do estranho protagonista passa a ser o enfoque principal da narrativa, que também explora as traumáticas consequências que as deturpações psicológicas têm no comportamento de um individuo.


O protagonista é assombrado por um passado traumático que o interliga com a instituição que investiga, assim se explicam as inúmeras hipóteses teóricas que nos apresenta e que nos deixam na dúvida sobre o que é verdade e o que é uma invenção, assim sendo, nunca temos certezas absolutas ou irrefutáveis sobre quem é o vilão ou quem é o herói da historia, porque o próprio interveniente principal não é muito fidedigno porque também nos apresenta um extenso historial de violência. Ao fantástico ambiente de suspeição e de incerteza que é levantado e continuado pelo argumento, ambiente esse que é constantemente alimentado por cativantes reviravoltas e criativas suposições, também se juntam as fantásticas abordagens intelectuais sobre as consequências psicológicos que os traumas têm na estabilidade mental dos indivíduos, uma abordagem que é especialmente efectuada nos últimos momentos de “Shutter Island”. A dúvida e a paranóia dominam a história desta produção, que nos oferece uma conclusão que é bastante lógica mas que certamente surpreenderá os espectadores.


O trabalho directivo de Martin Scorsese é simplesmente fenomenal. O icónico cineasta exteriorizou na perfeição uma intrigante história sem nunca descurar nas vertentes técnicas, ou seja, Martin Scorsese explorou habilmente o argumento mas sempre se preocupou com os pormenores técnicos que acompanham essa exploração exaustiva da história, como por exemplo, as sequências ilusórias do protagonistas são extremamente significativas e os cenários obscuros e decadentes alimentam e acompanham a incerteza da narrativa e o espírito da instituição. O cineasta também demonstrou uma atenção especial para com a capacidade intelectual do espectador ao não explicitar a história de uma forma concreta e conclusiva, obrigando o espectador a procurar as respostas por ele próprio. Os magníficos elementos fotográficos e as fantásticas sonoridades de “Shutter Island” também contribuíram para o excelente resultado final. O elenco é qualitativamente liderado pela excelente performance de Leonardo DiCaprio, um actor que se aproxima cada vez mais de um nível de excelência e que raramente nos oferece uma performance medíocre. Em “Shutter Island”, Leonardo DiCaprio assume o protagonismo sem grandes problemas e oferece à sua complexa personagem todos os elementos que ela necessita para ser convincente. Mark Ruffalo e Ben Kingsley abrilhantam o elenco secundário com excelentes interpretações individuais, mas é o último que arranca os maiores elogios porque tanto nos convence como vilão ou como herói.


O suspense que é criado e desenvolvido em “Shutter Island” não é passageiro e acompanha a história até ao seu último instante, uma característica que é digna das melhores produções do género porque é precisamente isso que se exige de um thriller. Martin Scorsese voltou a brilhar num género difícil e através de uma narrativa complicada, mas que este talentoso cineasta conseguiu dominar na perfeição. “Shutter Island” não é perfeito, mas não destoará na espectacular filmografia de Martin Scorsese.


Classificação – 4 Estrelas Em 5

98 comentários:

  1. Filme fantástico e uma excepcional interpretação de DiCaprio. Um filme que faz pensar e desafia a nossa imaginação.
    Mariano

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  2. Adorei este filme. A história é cativante mas o final deixou-me bastante pensativa... No meu ponto de vista o Teddy foi para à ilha como detective para descobrir um misterioso caso mas acabou por ser internado na instituição e manipulado pelos líderes, fazendo-lhe lavagens cerebrais e pondo-lhe na cabeça histórias inventadas por eles... No final deu a entender que ele ainda se lembrava do caso, por isso, as lavangens cerebrais não tiveram muito efeito e foi novamente submetido a mais uma experiencia...
    Gostaria de saber se esse é realmente o final que o realizador deu à história.
    Lúcia

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  3. infelizmente não posso dizer muito bem do filme. apesar dos actores e o ambiente ter sido criado (a música estava um bocadinho a pender para o exagero) a dinâmica da história não me cativou, achei-a mesmo muito previsível. Apesar da cena final deixar no ar sobre a possibilidade do que é verdade ou mentira, no geral achei a história um pouco aborrecida e com a sensação que já tinha visto isto noutro filme. paciência, nem sempre se pode gostar.

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    1. A previsibilidade de todo o argumento é feita de propósito com o intuito de nos levar a pensar que o Ted tinha razão, mas Martin Sorcese mostra nos o contrário no fim, ficando a verdade a pairar no ar! E é a isto que se chama um bom plot twist! Abraços

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  4. lúcia, o final do filme é q o "leo di caprio" era mesmo psicótico, o filme foi apenas imaginação da sua cabeça e na ultima fala dele ficamos a pensar q ele deixa q lhe façam a lobotomia para nao ter mais delirios e recordações, pk nakele momento ele tava lucido e calmo... beijokas soraia

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    1. Exatamente, foi mesmo esse o objetivo de interpretacao de scorsese, visto que ele naquele momento de racionalidade ele diz: sabes? este lugar faz-me duvidar. o que sera pior? viver como um monstro, ou morrer como um bom homem? grande filme, grande imaginacao, e qualidade!!!

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    2. Concordo com ambas as opiniões, mas o que torna o filme realmente fantástica é a possibilidade de tanto um como o outro (Ele ser Marshall/ Ser maluco) poderem ser o final do filme, deixando o publico a pensar com a enigmática frase "What could be worst? Live as a monster or die as a good man?"

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  5. eu não fiquei com essa sensação, embora ache que possa haver duas inetrpretações, na minha opinião ele estava a par de tudo e a fazer-se passar por louco para desocbrir o que se passava ali dentro

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  6. A Soraia tem razão, e o mais interessante da história é realmente a última cena, ele está perfeitamente lúcido e pergunta ao seu psiquiatra se vale mais a pena viver como um monstro ou morrer como um homem bom? Ele prefere ser sujeito à lobotomia e assim viver como um zombie, a ter que viver com aquela ferida aberta e insuportável de ter morto a mulher, não a ter ajudado psicologicamente e assim ter evitado a morte dos filhos e ainda os traumas de guerra. Mostra-nos num grande filme como há traumas que nos alteram radicalmente e com os quais não se consegue viver.

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  7. o engraçado e q existem diversas versoes, ou seja, somos nos quem finaliza a historia. Pessoalmente, nao sei ao certo o que podera ter acontecido depois que ele se foi embora. Viver como um monstro, era ser zombie, segundo a Dra., entao tinha que se submeter a lobotomia . Morrer como um bom homem, poderia ser a tentativa de se manter na suposta ilusao de ser edward daniels, ou de simplesmente se redimir do mal cometido. Fica a dúvida. Só acho muito estranho eles terem recriado aquilo tudo, mesmo até a cena do barco, se ele era assim tão perigoso.. Porém a cena dos ratos no penedo parece surreal..

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    1. a cena do barco, os ratos, e ate a ''dra'' foi tudo ilusao dele

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  8. Eu inicialmente pensei o mesmo que a lúcia... aquela última frase dele "vale mais a pena viver como um monstro ou morrer como um homem bom?" pode ser interpretada das duas formas:

    - viver com um monstro poderia ser entrar na história sobre ele que os outros inventaram (para poder sair da ilha) e permitir que as experiências continuassem e nesse caso ele preferia ser sujeito à lobotomia e morrer como um homem bom

    ou

    - viver como um monstro seria ele continuar a ter os delírios... nesse caso os médicos não teriam inventado nada e naquele momento ele estava lúcido e preferiu fingir que continuava naquela ilusão para ser sujeito à lobotomia e acabar com o tormento...

    Também fiquei na dúvida... lol.

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  9. Viver como um monstro significa ele viver sabendo que é um monstro, que foi culpado pela morte da mulher e dos filhos, ele sabe que se viver como o comum dos seres humanos, toda a vida se vai considerar a ele próprio, um monstro. Claro que cada um pode perceber o filme à sua maneira, mas a mim parece-me que a que está certa é a que eu disse atrás, foi-lhe feita uma experiência inovadora em que ele vivia a sua fantasia até chegar à conclusão última de que ele próprio estava a delirar, os 4 nomes que ele inventou eram anagramas, e o suposto piromaníaco que matou a sua mulher só lhe aparece em alucinações, ele não existe. Aparecem constantemente ao longo do filme várias imagens da sua filha e de água a escorrer-lhe das mãos. Foi-lhe construído todo um enredo à volta da sua imaginação pelo seu psicólogo que sempre o acompanhava para evitar males maiores, e pelo médico responsável. Quando ele viu o médico na última cena, este pergunta-lhe logo: "Querida, porque é que estás toda molhada?" É aí o momento em que o Andrew volta à realidade e começa a perceber que esteve a alucinar.
    Pronto, já tinha escrito atrás à 00:53, mas só queria clarificar melhor a situação.

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  10. Quando escrevi a crítica não queria revelar demasiado para não estragar a surpresa da conclusão mas já que estamos a discutir o final de "Shutter Island" deixo aqui a minha opinião. A ideia com que fiquei foi que a personagem de Leonardo DiCaprio entrou num profundo estado de psicose quando assassinou a esposa e adquiriu uma segunda personalidade que era heróica e que fazia de tudo para travar as injustiças, como por exemplo, encerrar Shutter Island e assassinar a sangue frio os nazis. A psicose era tão extrema que ele atacava tudo e todos que contradizia que ele não era o Teddy Daniels mas sim o homem que matou a sua mulher e que se recriminava por não a ter enviado para Shutter Island quando ela se tentou matar pela primeira vez e lhe disse que tinha um bichinho a comer-lhe o cérebro. A experiência que o director e o psiquiatra de Shutter Island lhe aplicaram resultou e ele recuperou finalmente a sua consciência mas também ficou a saber novamente o que realmente lhe aconteceu e o que fez. Como não podia viver mais com isso e como o director referiu que se ele não melhorasse faziam-lhe uma lobotomia, ele fingiu não recuperar para que lha fizessem para que o Laedis que matou a sua mulher e nada fez para salvar os seus filhos finalmente tivesse o que merecia, ou seja, morresse e quem sabe os fragmentos do Teddy Daniels sobrevivessem como o "zombie" da lobotomia. Acho que esta concepção é justificada pela sua última frase que demonstra claramente que ele estava lúcido e o próprio psiquiatra compreendeu o seu desejo e acabou por não dizer nada.

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  11. Sim, de facto acho que é o que faz mais sentido. Na altura estava tão envolvida na tentativa dele de "desmascarar" os outros, que fiquei mesmo surpreendida quando percebi que o psicótico era ele.

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  12. Na minha opinião ele era mesmo o Teddy Daniels e a frase final demonstra que ele preferia morrer como um homem bom, são, do que viver como um monstro, um zombie, como todos os prisioneiros e por isso creio que quando se afasta de certa forma dá a entender que se tentará suicidar e por isso é que até volta a brincar com a situação, mais uma vez fingindo que o outro psiquiatra era seu médico.
    Creio que toda esta história serve apenas para demonstrar o quão persuasivas podem ser as opiniões dos outros quando apontam em sentido contrário à nossa, mas que no essencial nos devemos manter confiantes em nós mesmos. Por exemplo, se estivermos num grupo de 10 pessoas e dissermos, por exemplo, "Olá", se as 10 pessoas nos disserem que em vez de "Olá" dissemos, por exemplo "não", é normal que após muita insistência até duvidemos de nós mesmos.
    Claro que o filme deixa à imaginação de cada um, mas a verdade é que há uma cena que foi marcante para que ficasse com esta opinião: quando uma das prisioneiras, quando está a ser interrogada pelo Teddy, espera que o seu "companheiro" (o psiquiatra, na realidade) se ausente e escreve-lhe no papel "RUN" - isto evidencia que ela sabia o que estavam a tentar fazer com ele e estava a par de todo o plano.
    Até porque no fim esta versão não faz assim tão pouco sentido, é sabido que muitas vezes já foram feitas experiências em humanos e a verdade é que se um louco nega sê-lo ninguém acredita e pensa apenas que a sua negação se deve precisamente ao facto de o ser.

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  13. Na minha opiniao Teddy Daniels estava bem consciente de quem era, e tudo não passava de uma maneira de o conseguirem prender á ilha... começou pelas dores de cabeça que ele tinha, e então davam-lhe comprimidos, os quais que o faziam alucir completamente. Em relaçao à história das crianças terem sido mortas, foi jogo da propria instituiçao para o conseguirem confundis a verdade da ilusao, tanto que a historia da crianças ele tomou logo conhecimento assim que chegou,da tal que tinha desaparecido,mas que afinal tambem era mentira da instituiçao. Ele com as alucinaçoes derivado à comida,cigarros e aspirinas, começou a confundir a guerra,tanto que aparecia la uma menina,foram so histirias para o alucinarem... Se nao, nem lhe tinham dito para ele fugir. em relaçao ao amigi,era um impustor. akela velha disse k keria agua so para que o outro saisse da mesa para puder dar um recado a dicaprio, k ele fugisse... Em relaçao ao final, mostra que Teddy Daniels já não tinha soluçao para conseguir sair de lá por isso so tinha que escolher... viver ou morrer...viver como monstro ou morrer como um homem bom... vania

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  14. viver como monstro pk é o k a intituiçao faz com os prisioneiros, tranformam akelas mentes em montros... Isto é como o velho ditado "Se nao os consegues vencer, junta-te a eles"... Ele nao teve opçao ou bem que cedia akela manipulaçao... ou entao suisidava-se... sair de la da ilha tava longe do alcance dele...

    Akele outro companheiro dele, servia para ir buscar as pessoas ao continente. foi com uma grande tanga que iam procurar a mulher desaparecida...
    enfim... que filme... so mesmo um filme!!!
    vania

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  15. na cena em que a mulher escreveu "run", era porque ela sabia que haveria muitas hipoteses (quase 100%) de lhe fazerem uma lobotomia...
    se o tratamento nao desse resultado era isso que que fariam. ele conseguiu curar-se... o que é viver como um monstro? quando fizemos no passado algo mau de que nos culpamos aí sim consideramo-nos verdadeiros monstros, que ere o caso dele... viver como um "zombie" no caso dele era óptimo pois aquele sentimento de culpa não existiria mais, mas tambem era como se estivesse morto...mas um zombie não é um mau homem! a minha dúvida só está na parte "morrer como um bom homem", porque mostro é o estado de lucidez dele!!!! um bom homem ou é o estado depois da lobotomia ou é o resuldado do acto de se sujeitar à lobotomia que o torna realmente um bom homem!
    esta é a minha opiniao e é o que faz do filme um excelente filme!
    z mario

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  16. ele sempre foi o bom homem , ele foi um heroi de guerra . ele foi tramado por os medicos e por o seu companheiro impostor, k lhe envevenavam lhe os cigarros a comida e as aspirinas. a partir daí ele passou a alucionar . e com tanta persistencia do medico a dizer k ele era um criminoso , ele aceitou isso . Mas no final dá pa ver k ele tinha noçao k tinha sido tramado porque diz assim pó seu colega. Chuck ainda temos hipoteses de fugir da ilha ! , ele sabia k o chuck iria dizer aos outros k ele ainda táva bem . depois preferiu morrer do que viver ali com toda a gente a pensar k ele era um monstro , k matou a mulher

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  17. Mas ele matou a mulher.

    O que me confunde são as últimas palavras dele. Mesmo com algumas explicações aqui feitas estou confuso.

    Anyway, gostei muito do filme.

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  18. Na realidade ele nao era nenhum psicotico, os medicos é que o fizeram acreditar nisso, mas no fim ele demonstra que no fundo nao acreditou neles dizendo "Chuck ainda temos hipoteses de fugir da ilha". outra prova que ele nao era maluco foi quando a mulher escreveu "run" no papel, sem o outro ver. e a parte em que ele esta com a verdadeira mulher que fugiu também o prova. na realidade quem tinha fugido era uma medica porque tinha descoberto o que eles faziam e nao uma doente. Pensava que toda a gente tinha ficado com essa noção, mas realmente é um pouco confuso. ***bjs

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  19. Gostei bastante do filme. Apesar de ser um tipo de filme algo frequente, fez-me lembrar "Os Outros" com a Nicole Kidman e outros trillers psicológicos, é um filme muito bem feito. Bom argumento, bem realizado e interpretado. Cada vez mais dou por mim a ir ao cinema ver filmes com o Di Caprio com a expectativa de ver um bom filme... quem diria. Se continuar assim, qualquer dia ganha um óscar.

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  20. Gostei bastante do filme!

    E no fim, cada um tira as suas próprias conclusões.

    A meu ver, ele esteve mesmo doido, mas quando foi chamado à razão, voltou mesmo a si, ou seja, ficou consciente do presente...

    Claro que no fim, ele fez de prepósito que estava maluco an mesma, para poder morrer como um "homem", por não conseguir suportar a dor da sua perda.

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  21. Olá a todos! Eu sinceramente, acho que ele era um policia, que tinha perdido a sua mulher efectivamente por um acidente provocado pelo lenidis, e que nunca tinha recuperado totalmente a perda e precisava de saber o porque de lele ter provocado aquele acidente. Até que descobriu para que hospital esse tal lennidis tinha ido...começou a investigar a maneira de poder entrar no hospital, para lhe questinar, sabendo que aquele hospital era uma verdadeira redoma, de alcance inacessivel. Por isso meteu lá um homem, para espionar de forma a saber como entrar lá (o tal que diz "se contaste a alguem ta tudo lixado, nunca mais saimos daqui), porque este sabia que ele não podia contar a ninguem. Continuando, a verdade é que naquele tempo, que o leo investigava sobre o hospital, foi detectando irregularidades, nomedamente um suposto centro de experinecias (daquelas coisas, que toda a gente sabe, mas ninguem se mete). O que o levou ao hospital foram essas duas coisas: questioanar o nlennidis sobre a maldade que tinha cometido, e desvendar o que se passava realmente naquele hospital. O facto de o medico lhe acompanhar no barco, foi porque ele ja sabia que o leo ia ir lá mais tarde ou mais cedo, e que ja andava desconfiado, isto porque há uma parte do filme em que não sei quem diz, mas alguem ndiz que ja o anadavam a sondar (o leo) há dois anos. O que os medicos fizeram foi anetecipar-se, para que as desconfiaaças do leo não se espalhasse. Então uniram o util ao agradavel, que queriam que ele fizesse a loboctomia, porque assim esquecia tudo o que tinha acontecido na ilha, e os seus podres, e ao mesmo tempo serviu como experiencia, porque apesar de não ser louco, nem piscotico, a verdade é que o leo sentia-se inconformado e enraivecido com a morte da mulher. Armaram esta historia que ele era louco, so para ele pensar que era muito mau, e ele proprio decidir fazera loboctomia por sua vontade.
    A verdade é que ele não acreditou...so que sabia que n tinha alternativa, que enquanto não fizesse a loboctomia, que eles iam fazer de tudo para ele a fazer, e fazer com que ele ficasse ainda mais psicotico. E portanto decidiu fazer a loboctomia, com esperança de que esta não obtivesse nenhum resultado, na esperança de que os conseguia enganar, fingindo que ja n se lembrava de nada, e que era um homem novo, de forma a deixarem-no sair da ilha, visto que para os medicos ele assim ,ja não reprensetava nehum perigo (ou seja que não ia revelar nada sobre aquele hospital, porque simplesmete n se lembrava), e tinha provado aquilo que eles tinham andado a fazer, com tantas experiencias - tornar um ser humano, completamente novo, como se nascesse outra vez. A verdade é que a esperança do leonardo, era fazer a lobctomia que eles tanto queriam, e não ficar sem memoria, fingir que a tinha perdido, e conseguir sair da ilha....daí ele dizer que queria morrer como hum homem bom...porque tentou até ao fim, sair da ilha e desvendar o que se passava ali ao mundo...e não morrer como um monstro, sempre a dizer aos medicos que n estava louco, sabendo ele que lhe iam fazer a vida negra, até exprimentar a lobctomia.

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  22. A interpretação que faço é que o "monstro" é o colega/"psiquiatra", é ele que vive como um monstro por pactuar com aquela trama toda. Quanto a Teddy acaba por se dar por vencido por perceber que é impossível sair dali. É ele o bom homem que sempre teve consciência do seu papel. Mas admito que possa haver outras interpretações até porque é esse o objectivo do final do filme. Acho que a minha interpretação acaba por ser a mais idealista devido à empatia e proximidade que se cria com o personagem principal !
    Fenomenal !

    P.S - No entanto, e contra mim falo, Laeddis nunca apareceu a não ser nas suas alucinações !

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  23. Bem na minha opinião o "mostro" era o colega/"psiquiatra" que acabou por pactuar com toda aquela trama. O bom homem era teddy, que sempre soubera e tivera consciência do seu papel. No entanto, sabia que era impossível sair dali, daí ter aceite a lobotomia e a sua deixa final! Mas isto é uma interpretação idealista, e o filme pode ter várias interpretações! Esta interpretação deve-se à grande empatia que é criada com a personagem principal ao longo do filme ! É fenomenal ! No fundo também nós espectadores somos deixados levar por tudo o que se passa e acabamos fortemente influenciados pelos aspectos que nos marcaram mais no filme ! É tudo uma questão de psicolgia e perspectiva ! 5 estrelas

    bluee

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  24. Filme brilhante na minha opinião. Concordo que a interpretação certa do filme é que ele era mesmo psicótico e que criou um enredo à sua volta para se "defender". Acho o filme brilhante pois durante todo o filme andamos à procura de conspirações e experiências, quando, no final, descobrimos que tudo não passava do deu enredo

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  25. andrew laeddis matou a mulher, pois esta matou os filhos...andrew começou a ficar maluco devido a isso e também pelo que ja tinha passado na guerra... dolores, a mulher, ja o tinha avisado que tinha um bichinho na cabeça...mas ele nao fez caso pois amava-a muito...acontece que por nao ligar ao aviso da mulher esta chegou a ficar doente e acabou matando os filhos... andrew nao queria aceitar a realidade pois por nao ligar ao aviso os filhos morreram..e ele por consequencia matou a mulher.

    como a realidade era muito dura de aceitar, andrew começou a ficar psicotico e inventou as personagens e as historias...
    andrew foi parar ao hospital... e o medico e o psiquiatra criaram toda esta invençao para o trazer de volta a realidade e o ajudar a enfrentar e ultrapassar o trauma...

    andrew no final do filme está completamente lucido... mas prefere se submeter a lobotomia pois prefere perder a memoria e viver como um homem bom....do que saber de tudo e viver como um monstro, pois era isso que ele se considerava ao ter morto a mulher.

    foi a interpretação que eu fiz do filme...
    mas acho que ainda o vou ver outra vez lol as vezes ha segunda apanha-se mais qualquer coisa que nos tenha escapado.

    ines

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  26. Este filme deu-me muito que pensar.
    Acho que como aconteceu com todos, somos desde o início forçados a acreditar na versão de Teddy. Embora com momentos algo confusos, acho que todo o desenrolar de acontecimentos não nos desviam do caminho inicial. De repente, no fim, somos confrontados com uma segunda alternativa, e aí, fazendo uma retrospectiva, (digo de experiência própria que não será suficiente) ficamos na dúvida sobre qual das duas é a verdadeira. Aqui muitos podem ser levados pela nova realidade, outros poderão permanecer fiéis à original. Quando vi pela primeira vez, pertenci ao segundo grupo. Quando vi pela segunda vez, procurei fazer o exercício de assumir que a versão verdadeira é a de ele ser Andrew Leaddis. E digo-vos, que não fiquei com muitas dúvidas de que realmente não há nada melhor do que uma revisão. Pormenores que passam despercebidos à primeira, corroboram a tese alternativa. E digo mais, na primeira cena de todas, no barco, em que ele alega não ter cigarros no bolso, mostrando algum espanto e crédulo, leva-me a crer que realmente o filme é um bloqueio da sua mente à realidade atroz do seu passado. Uma tentativa de não ser o um monstro, mas sim um homem bom, que procura justiça.

    Independentemente das divergências de opiniões, não posso deixar de dizer que é dos meus filmes preferidos, e desejar que Scorcese e DiCaprio sejam devidamente recompensados nos próximos óscares.

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  27. Ele tem duas personalidades (ou mais) e faz a opção de morrer como sendo um policial bom e injustiçado, ou não necessariamente morrer, mas ser lobotomizado (o que da no mesmo).

    A outra opção seria ele continuar vivo, sem ser ser lobotomizado, mas ter que aceitar que é um monstro assassino.
    Silvio

    Então ele diz para o seu psiquiatra que eles tem que arrumar um jeito de escapar da ilha (como se o psiquiatra fosse um outro policial).

    O psiquiatra faz cara de que não deu certo e que ele continua louco, mas ele justifica por que optou por continuar a ser um policial, prefere morrer como um homem bom (o policial é um homem bom) a ficar vivo e acetar que é um psicopata que matou a mulher e não pode salvar os filhos.

    Morrer como um homem bom é optar por ser o policial bom e injustiçado ao invés de ficar vivo sendo um criminoso e aceitar a sua triste história de vida.

    Quem vai ser lobotomizado é o policial bom, ele escolheu morrer como um homem bom a ter que viver como um doente.

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  28. Sim, eu concordo que ele se "rendeu" à lobotomia, mas não concordo que vá "morrer" um homem injustiçado. Ele simplesmente não suporta continuar a viver com a recordação do seu passado horrível, e decide fingir falta de lucidez para que lhe seja feita a lobotomia (isto havia-lhe sido avisado pelo médico), o que resulta numa vida inútil mas inocente, sem passados atrozes.

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  29. N gostei mm nada do filme! e sim ele tava mm maluco!!!! M va tenho de admitir que mais uma vez o leo di caprio demonstrou que e um actor fantastico!!!!

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  30. O que me parece é que metade de vocês deveria ser internada naquela ilha. Por que achar que ele era um policial de verdade e estava realmente investigando...bla...bla...bla.
    Não tem duas ou três interpretações. Somente uma, que era o bloqueio criado por ele para fugir de seu passado.
    Note que no começo do filme ele praticamente se apresenta ao "novo parceiro". Por qual motivo um policial não conheceria seu parceiro já no meio da viagem??? Ele delirou sobre seu passado o fime inteiro e no final quando conseguiram curá-lo, ele preferiu a lobotomia a viver com a dor e remorso. Se queriam matá-lo já o teriam feito há muito tempo.
    Se vocês não concordam, leiam as criticas ao redor do mundo e depois corram para aquela ilha pedindo ajuda.

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  31. Que comentário mais hipócrita. Se achas que esta discussão é de loucos, talvez sejas tu quem deveria estar na ilha. Cada um tem a sua opinião, e cada um arranja argumentos para defender a sua opinião. Não só é desejável que haja discussão, como até é saudável.

    Mas há sempre um sabe tudo em todo o lado. Espero que arranjes paz na tua vida, nem que tenhas de recorrer à lobotomia.

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  32. Para mim o filme está relativamente bom, a história acaba por se tornar bastante intressante a certa altura do filme. Acerca do final, para mim foi de certa maneira uma desilusão,porque tal como podemos ver cada um tira a sua conclusao e sinceramtne acho que acaba por tirar overdadeiro sentido da história. Isto porque e falo por mim, apenas capto a mensagem que o filme quer passar atraves do seu final. Tudo bem, o decorrer do filme é importante, mas é no final que tudo está,porque caso contrario e tal como me aconteceu acabei por não perceber se estava perante uma historia de um psicopata, ou de um héroi que tentava superar um longo e dificil passado.

    No entanto se gostaram deste filme, vejam o "the lazarus project". a historia é parecida, mas aqui realmente conseguimos retirar um fim definido :)

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  33. Ah e eu estou a pensar ler o livro deste mesmo filme, visto que já está editado,talvez tenha um fim difrente.

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  34. -Existem duas hipóteses.
    -Qualquer uma das duas pode ser consistente/válida.

    Qual delas é valida?
    -Depende da psicose que cada um de voces está a viver.

    Como psiquiatra digo que nenhum de vocês tem razão.
    Porquê?

    É único negócio que o cliente nunca tem razão.

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  35. ta tudo louco lol, primeira cena e crucial, pessoas dao pouca importancia, e obvio e uma recreacao, nao estava com cigarros, piada ironica funcionario publico, nao se lembrar parceiro, dores cabeça, obvio ele esta la a ser tratado do seu passado como homem, e historia veridica, reparem muitos homens passaram pelo mesmo, narracao do filme esta muito boa, ilusoes muito boas tb, final do filme algo previsivel, mas muito bom, e que gera esta polemica. ele sabe ja da realidade, tem duas opcoes, uma sair dali, seria inedito, contava o que menos bom havia ali, vivia sua realidade que nao era boa mas curado, se e que alguem se cura com passado desses, outra é o de fazer lobotomia, e assim sabendo ele ia esquecer seu passado horrivel, tentar viver melhor essa escolha, ele da entender vai fazer lobotomia no fim, se e mais acertado ou nao isso e com leitores lol, ja que so se pode saber quando alguem passar mesmo e estiver situacao de decidir, ele opta por fazer e dizer que apesar grande feito ter ficado curado, que prefere nao ficar curado e deixar se vencer, so para nao se lembrar do seu passado, mulher filhos, agora isso e opcao de cada um :)

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  36. so mais uma coisa, e preciso saber tb, que na realidade estes sitios tem historias das quais nunca sabemos muito bem o que realidade e o que nao é, nao fosse este um hospitar para criminosos malukos, ele cometeu o crime sim, e foi la colocado para onde iam malukos criminosos :)

    nao ha duvidas disso, agora duvidas podem haver em relacao da historia da enfermeira, isso e que pode levar leitor a pensar que quiser entre outras coisas:)

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  37. so mais uma coisa, vi comentario a dizer, uam das intrepertacoes era a de que "homem bom era viver como policial" alguem ja viu um policia a ser bom por matar a sua mulher? se era bom, deixa de o ser qualquer que seja a a sua justificação, passado dele, matar nazis.....etc etc, nao ha segundas intrepertacoes, o que pode haver é, pessoas perguntar, foi ele afinal um cobarde? um heroi? mas afinal decisao foi correta? tava bom e pke fez aquilo? isso sim podem deambular, foi para isso livro foi escrito :)

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  38. policial mata alguem nao e bom lol, mesmo com passado dele, nao existe justificao possivel para retirar vida de alguem, isso sao outras questoes, pessoas podem fazer perguntas é sobre, foi decisao correta dele? foi um heroi? foi um cobarde? ambas? lol isso deixa duvida resto nao ha duvida possivel

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  39. Ou vocês são cegos ou fazem-se passar por cegos. A interpretação que foi feita (polícia bom) implica que ele não matou mulher nenhuma. Implica que está a ser drogado (cigarros, comida, café...). Não se esqueçam que ele era um agente do FBI que ia desmascarar as práticas bárbaras que se realizam na ilha. Podem perguntar: "Então mas não era mais fácil matá-lo logo?".

    Podem haver muitas respostas a isso. Uma ocorre-me: ele era um polícia e ser morto poderia levar suspeitas e investigações futuras na ilha, coisa que eles dispensam.


    Na minha opinião as duas são POSSÍVEIS, mas a do maluco que bloqueia a verdade parece-me mas PROVÁVEL. Ajuda ver o filme uma segunda vez partindo do pressuposto de que ele é maluco.

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  40. Parte da curiosidade que tinha em ver este filme era despertada pelo seu título. Não posso dizer que me tenha deslumbrado mas também não me desiludiu. Sucintamente, o filme relata a história de uma mulher que se deixa anular após o casamento com um editor muito reconhecido. Pouco a pouco vamos conhecendo a verdadeira personalidade por detrás da imagem de esposa perfeita: a sua infância traumática e a sua adolescência rebelde e perigosa. Relembra-nos que a vida é muitas vezes um palco onde o actor é quase sempre engolido pela personagem.

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  41. Muito previsivel de principio ao fim...cliché atrás de cliché..comédia de pouco interesse, e pouco riso...para ver senão houver nada melhor...e há!

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  42. Le film « La vie est belle » c'est un de mes films favoris. Il mélange la comédie et le drame pour tracter un fait vraiment terrible, la 2nd guerre mondial et toute la répression contre les juifs. Le directeur et protagoniste le même temps, Roberto Benigni, nous raconte la historie d'une famille juif qu'est arrêtée et portée a un camps de la mort. Ici, le père et son fils sont séparé de sa mère. Le père intente que l'enfant ne voit pas ce qui passé. C'est le moment plus dramatique parce que l'enfant regarde comme une pièce de robe de son ami en le camp de la mort est en une pile de robes du gent qu'été assassinée uniquement pour être juifs. Le protagoniste continue faissent le possible pour éviter l'horreur à son fils.

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  44. Vi o filme com a minha namorada.
    Vamos acabar por causa dele.
    Eu tenho uma opinião, ela tem outra! E agora??
    Foi para isso Scorsese?? Obrigadinho...

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  45. É bastante evidente que o "Teddy" estava louco. Provas: 1) se quisessem interná-lo, não precisavam de andar tanto tempo a brincar ao "gato e ao rato"; 2)o tema obsessivo da morte pela água é desvelado logo na primeira cena do filme, quando ele afirma ao "colega" que "não suporta água" (o normal seria dizer que não suporta viajar no mar, que o enjoa); 3) existem diversos factos ao longo do filme que não são explicáveis senão de acordo com um quadro de delírio psicótico (como é que a mulher desaparecia do quarto? e não me digam que era apenas para manipulá-lo, volto ao aspecto 1, para quê esse trabalho?); 4) ele fica extraordinariamente perturbado quando é abraçado pela "fugitiva", que representa distorcidamente a sua mulher; 5) o psiquiatra-chefe fica emocionado quando vê que ele "escolhe" a lobotomia, não em regozijo; 6) a frase dele, no final, não me parece assim tão ambígua, ele escolhe a lobotomia porque não se suporta depois do que fez. Havia bastante mais, mas creio que já basta.

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    ; Preserves all registers, saving them on the stack (pointed by r0)
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  47. Independentemente de qual será a verdadeira conclusão do filme, espero ver o Scorsese e o DiCaprio recompensados nos Academy Awards do próximo ano. Acho incompreensível como é que nenhum deles ainda não tenha ganho nenhum óscar de "jeito"(Scorsese já ganhou um de "Best Achievement in Directing", DiCaprio não ganhou nenhum).

    -Melhor filme (Pelo menos nomeado)
    -Melhor realizador (Pelo menos nomeado)
    -Melhor actor principal (Quero ver a estátua nas mãos)

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  48. Pessoal ha 2coisas engraçadas no filme, veem akela mulher que lhe escreve RUN no papel, ela faz k pega no copo com a mao direita, mas na verdade n pega nele e pousa com a mao esquerda. a outra é qdo matam os nazis, ha um no final que cai delicadamente e sorri pra camara. ora vejam......

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  49. A VERDADE:
    Ele tá maluco, ele pensa que é o Teddy, ora vejamos:

    Enjoa no mar, se o encarar-mos como maluco tudo faz sentido, ele é perigoso como referem no fim -prisioneiro da ala C, mas deixaram no andar pk as armas tavam descarregadas e n tinha pra onde fugir e andava sempre com o Dr. Sheeman (chuck) a guada-lo, a Doutora nunca conseguiria chegar as cavernas descalça, alem k os 2 pares sapatos eram de homem, se ele fosse sao n precisavam de o matar ja k levantava suspeitas, mas faziam-lhe logo a lobometria e ele eskecia tudo, so isto é importante, no fim e akela era a realidade, temos o companheiro como o dr. sheeman e nao como chuck, logo na realidade nunca houve um chuck mas sim sempre foi o psiquiatra dele, e o mais importante na vida: NINGUEM SE ENTREGA ASSIM FACILMENTE SENDO O PORTADOR DA VERDADE, QUANDO ELE DIZ AKELA FRASE DE SER MONSTRO OU UM BOM HOMEM. E como ja disse, se ele tivesse bem e fosse um agente, pra k akele aparato todo??? levavam-no logo pra lobometria, em vez de ser feito no final em k ja n havia outra soluçao senao a lobometria. ESCLARECIDO??????
    AI ESTA TUDO. FACIL E SEM PORQUES

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  50. E MAIS QUEM DEFENDE AQUELA MULHER QUE ESCREVE RUN NO PAPEL, LEMBRO QUE ELE DIZ QUE ELA FOI MANIPULADA A DIZER O K KERIAM, E REPAREM NA AGUA QUE ELA FAZ QUE BEBE, ONDE ESTA O COPO?????????????

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  51. isto do copo demonstra que tava a lucinar

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  52. A enfermeira que estava no final do filme, era a "Rachel Solando" que estava sumida??

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  53. estava a meio do filme e ja sabia que ele so podia ser louco e estar internado na ilha! quando ele falou com o prisioneiro na cela deu a clara ideia que o maluco era ele!! mesmo assim grande filme.
    agora pesso perdao mas tenho de ir cagar

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  54. apenas uma palavra ja no fim do filme me revelou quem ele realmente era...

    foi qd o "colega policia" que se tava a fazer passar por medico, aquando da frase do "viver como um monstro ou morrer como um bom homem" lhe chamou teddy...

    chamou-lhe o verdadeiro nome dele, o nome enquanto policia, e nenhum outro anagrama!!!

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  55. Fico com a opinião da Luísa e da Vania, acho que não era um psicótico e optou pela lobotomia porque não haveria alternativa pra fugir da ilha. Acabei de assistir ao filme, portanto confesso que ainda estou um pouco confusa, mas acho que esse final parece mais "palatável" pra mim e mais próximo dos fatos ocorridos ao longo de grande parte do filme. Bato palmas para o Scorsese. Genial.
    Joana

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  56. É claro k o fim do filme nos deixa claramente a pensar nas duas hipóestes:

    1ª - ele era realmente louco

    2ª - ele n era louco e descobriu o k se passava na ilha



    Pessoalmente acho k a 2ª hipóete talvez faça mais sentido, senão qual seria o grande objectivo do filme? Mostrar o lado poderoso da loucura? Penso k o filme quer exactamente dar a ideia de k a loucura é criada pelas pessoas à nossa volta e pelo k elas querem k seja, da forma como somos "experimentados" de forma a realmente pensar k somos loucos.

    É so um ponto de vista, acho k a unica pessoa k pode dizer o veradeiro final é o Scorsese.

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  57. E que tal lerem o livro seus idiotas????

    Ele era chanfradooooooo! Maluco! A cena k mostra ele a matar a mulher serve para mostrar a realidade n mostrar dar a visao k ele tá a ter!

    Tanta discussao pa nada...

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  58. Não havia Rachel solano... isso foi uma personagem que ele criou atraves do anagrama. ^^

    EU NÃO VEJO O PORQUE DE TANTA DISCUSSÃO, QUANDO É TÃO FÁCIL PERCEBER O ÓBVIO.

    CONCORDO PLENAMENRE COM ESSE ANONIMO QUE GOSTA DE ESCREVER "K" COMO SE FOSSE "QUE".

    NÃO EXISTE NEM VILÃO E NEM MOCINHO NO FILME. SÓ TEMOS QUE SABER QUE O FILME SE TRATA DE UM PSICÓTICO LUNÁTICO QUE É VÍTIMA DE DELIRIOS E ALUNICAÇÕES DECORRENTES DOS TRAUMAS FAMILIARES E DA GUERRA. E NISSO, O POBRE COITADO É LEVADO PARA UMA CLÍNICA COM PSIQUIATRAS QUE TENTAM AJUDA-LO, PORÉM FALHAM, E A ÚNICA SAÍDA QUE ELES TÊM, É LOBOTOMIZA-LO !

    TUDO FAZIA PARTE DO PLANO DE COLLOWS E DO SEU PSIQUIATRA SHEEMAN ( CHUCK). SHEMAN ESTAVA MESMO COM DICAPRIO SE PASSANDO PELO SEU PARCEIRO E VIAJANDO EM SUA REDE DE ILUSÕES, MAS TODOS ESSES OCORRIDOS ERA PRA QUE LEVASSE DICAPRIO A CENA DO FAROL, ONDE ELE TANTARIA MATAR OS MEDICOS COM UMA ARMA DE BRINQUEDO E VER QUE O TIRO E A BALA QUE SAIU DO REVOLVER FOI FRUTO DE SUA IMAGINAÇÃO. SERIA NESSA CENA ONDE ELE SE CONVENCERIA QUE ERA UM DOIDO! --´ SÓ QUE DEPOIS NO FINAL ELE PIORA, VOLTANDO AO SEU ESTADO PSÍQUICO, POIS, QUANDO ELE TA SENTADO NA ESCADA NO FINAL, ELE TRATA SEU PSIQUIATRA COMO SE AINDA FOSSE SEU PARCEIRO CHUCK , É NESSA HORA QUE O PSIQUIATRA FAZ UM SINAL PARA COLLOWS PARA QUE COLLOWS O LOBOTOMOZASSE. POIS ERA A UNICA SAIDA. FOI COLLOWS QUE O LOBOTOMIZOU E NÃO DICAPRIO QUE QUERIA MORRER.
    E A PERGUNTA ACERCA DE MONSTRO E HOMEM BOM FOI APENAS UMA REFLEXÃO QUE ELE EXTRAIU DO LUGAR.. ELE MESMO DIZ ISSO, É SO VCS PRESTAREM ATENÇÃO. --´ FIM DE DISCUSSÃO !

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  59. concordo com os comentarios que ele estava msm psicotico,eh obvio...mas me expliquem por favor...pq o doutor,chefe....chama ele de teddy no final ?????????respondam me... ou eu vou ter que ir pra essa ilha me internar kkkk

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  60. Na minha opinião todo o filme aponta para que ele seja realmente traumatizado e que já lá estivesse internado. Os conteúdo dos sonhos e das memórias dele, já relacionadas com a água e o anagrama entre Edward Daniels e Andrew Laeddis não poderia ter sido criado pelas pessoas do instituto(os de Rachel Solando e de Dolores Chanal já poderiam pois bastaria eles terem inventado o nome da Rachel) e seria demasiada coincidência. (Entre muitas outras coisas que só quando vir o filme pela segunda vez vou reparar)


    O facto de ele ser chamado de "Teddy" na última parte pode ter duas interpretações:
    1. Ele era o Edward
    2. O outro realmente era o psiquiatra dele e chamou-lhe por esse nome quase em tom de súplica porque quase preferia que ele se submete-se à cirurgia como maníaco, como Teddy, do que como um homem que já estava curado e que simplesmente não conseguia lidar com o que tinha passado pois se ele estava curado supostamente não haveria necessidade disso ou ainda para tentar perceber se ele sabia quem era na realidade

    Penso a segunda opção é a mais lógica até porque para além do desenrolar de todo o filme se a primeira fosse a correcta o Dr.Sheeman/Chuck não o tratava daquela forma quase carinhosa e com pena.


    Alguem disse:
    "Pessoalmente acho k a 2ª hipóete talvez faça mais sentido, senão qual seria o grande objectivo do filme? Mostrar o lado poderoso da loucura? Penso k o filme quer exactamente dar a ideia de k a loucura é criada pelas pessoas à nossa volta e pelo k elas querem k seja, da forma como somos "experimentados" de forma a realmente pensar k somos loucos."

    Se formos pelo objectivo do filme (que é um argumento um pouco sem sentido) continua a ser mais lógica a hipótese de que ele estava lá internado porque qual é o melhor final? Perceber que nós podemos ser manipulados por outros (o que no fim não teria de qualquer forma acontecido pois segundo essa hipótese ele sabia que era o Edward) ou perceber que nós próprios podemos criar um mundo imaginário só para não termos de sofrer experiências passadas? que qualquer um de nós se passar por algo traumático pode viver durante anos numa ilusão causada não por outros mas por nós mesmos sem ter consciência disso? Penso que tendo em conta os objectivos do filme a hipótese de que ele era maníaco é toda ela mais "poderosa" do que a outra.



    No entanto acho de extrema arrogância algumas pessoas não aceitarem outras opiniões (que não são assim tanto de ignorar pois penso que terá sido o objectivo do realizador deixar um pouco uma dúvida com o tal "Teddy" no final)e terem de expressar a sua própria em maiúsculas quando não põem sequer a hipótese de que possam estar erradas o que para mim demonstra uma falta de inteligência e de sanidade muito maior do que qualquer pessoa que tenha cometido um erro ao interpretar o final de um filme.

    Mas tudo isto não passam de meras opiniões, tal como outros aqui têm expressado as suas.

    Catarina

    PS. As partes da senhora a fingir que bebe a água com a mão direita e que pousa o copo com a mão esquerda e do outro senhor que está a morrer e a rir-se para a câmara realmente estão engraçadas até porque não tinha reparado antes=P

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  61. Na minha opinião todo o filme aponta para que ele seja realmente traumatizado e que já lá estivesse internado. Os conteúdo dos sonhos e das memórias dele, já relacionadas com a água e o anagrama entre Edward Daniels e Andrew Laeddis não poderia ter sido criado pelas pessoas do instituto(os de Rachel Solando e de Dolores Chanal já poderiam pois bastaria eles terem inventado o nome da Rachel) e seria demasiada coincidência. (Entre muitas outras coisas que só quando vir o filme pela segunda vez vou reparar)


    O facto de ele ser chamado de "Teddy" na última parte pode ter duas interpretações:
    1. Ele era o Edward
    2. O outro realmente era o psiquiatra dele e chamou-lhe por esse nome quase em tom de súplica porque quase preferia que ele se submete-se à cirurgia como maníaco, como Teddy, do que como um homem que já estava curado e que simplesmente não conseguia lidar com o que tinha passado pois se ele estava curado supostamente não haveria necessidade disso

    Penso a segunda opção é a mais lógica até porque para além do desenrolar de todo o filme se a primeira fosse a correcta o Dr.Sheeman/Chuck não o tratava daquela forma quase carinhosa e com pena.


    Alguem disse:
    "Pessoalmente acho k a 2ª hipóete talvez faça mais sentido, senão qual seria o grande objectivo do filme? Mostrar o lado poderoso da loucura? Penso k o filme quer exactamente dar a ideia de k a loucura é criada pelas pessoas à nossa volta e pelo k elas querem k seja, da forma como somos "experimentados" de forma a realmente pensar k somos loucos."

    Se formos pelo objectivo do filme (que é um argumento um pouco sem sentido) continua a ser mais lógica a hipótese de que ele estava lá internado porque qual é o melhor final? Perceber que nós podemos ser manipulados por outros (o que no fim não teria de qualquer forma acontecido pois segundo essa hipótese ele sabia que era o Edward) ou perceber que nós próprios podemos criar um mundo imaginário só para não termos de sofrer experiências passadas? que qualquer um de nós se passar por algo traumático pode viver durante anos numa ilusão causada não por outros mas por nós mesmos sem ter consciência disso? Penso que tendo em conta os objectivos do filme a hipótese de que ele era maníaco é toda ela mais "poderosa" do que a outra.
    ...

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  62. Na minha opinião todo o filme aponta para que ele seja realmente traumatizado e que já lá estivesse internado. Os conteúdo dos sonhos e das memórias dele, já relacionadas com a água e o anagrama entre Edward Daniels e Andrew Laeddis não poderia ter sido criado pelas pessoas do instituto(os de Rachel Solando e de Dolores Chanal já poderiam pois bastaria eles terem inventado o nome da Rachel) e seria demasiada coincidência. (Entre muitas outras coisas que só quando vir o filme pela segunda vez vou reparar)


    O facto de ele ser chamado de "Teddy" na última parte pode ter duas interpretações:
    1. Ele era o Edward
    2. O outro realmente era o psiquiatra dele e chamou-lhe por esse nome quase em tom de súplica porque quase preferia que ele se submete-se à cirurgia como maníaco, como Teddy, do que como um homem que já estava curado e que simplesmente não conseguia lidar com o que tinha passado pois se ele estava curado supostamente não haveria necessidade disso

    Penso a segunda opção é a mais lógica até porque para além do desenrolar de todo o filme se a primeira fosse a correcta o Dr.Sheeman/Chuck não o tratava daquela forma quase carinhosa e com pena.


    Alguem disse:
    "Pessoalmente acho k a 2ª hipóete talvez faça mais sentido, senão qual seria o grande objectivo do filme? Mostrar o lado poderoso da loucura? Penso k o filme quer exactamente dar a ideia de k a loucura é criada pelas pessoas à nossa volta e pelo k elas querem k seja, da forma como somos "experimentados" de forma a realmente pensar k somos loucos."

    ...

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  63. No entanto acho de extrema arrogância algumas pessoas não aceitarem outras opiniões (que não são assim tanto de ignorar pois penso que terá sido o objectivo do realizador deixar um pouco uma dúvida com o tal "Teddy" no final)e terem de expressar a sua própria em maiúsculas quando não põem sequer a hipótese de que possam estar erradas o que para mim demonstra uma falta de inteligência e de sanidade muito maior do que qualquer pessoa que tenha cometido um erro ao interpretar o final de um filme.

    Mas tudo isto não passam de meras opiniões, tal como outros aqui têm expressado as suas.

    Catarina

    PS. As cenas da senhora do copo e do outro a morrer e a rir-se para a câmara realmente estão engraçadas=P

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  64. Uma prova de que o suspense se mantêm até ao fim do filme, é que eu e uam amiga minha estivemos a apostar até ao fim se ele estava louco ou era tudo uma "armadilha".

    Sempre a duvidar da aposta.


    Adorei, é um filme complicado, mas superbem feito :O

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  65. existe muita gente que se esqueçe que naquela altura foi uma altura de experiências no mudo psiquiatra... a versao confirmada pelo realizador diz que ele era mesmo o teddy... que era polícia... mas o seu colega não... eles precisavam da pessoa perfeita... a pessoa que tivesse os traumas... a pessoa que uma vez declarada como louca o ia ser para sempre sem ninguém duvidar... a pessoa a quem eles conseguiam dar a volta... devido aos traumas de guerra e ha morte da mulher teddy estava numa depressão profunda, com o único objectivo de matar o responsável... ao fazerem-no acreditar que ele era o responsável ele passa por um processo de auto-destruição, que acaba na experiência tão desejada pelos psiquiatras... a lobotomia... ou seja segundo o realizador a versão verdadeira é uma mistura das duas que aqui se ouvem... foi tudo uma encenação mas nao para o bem dele mas sim para o bem da pesquisa psiquiatra e consequentemente de shutter island...

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  66. O filme está excelente sem dúvida e claro que pode ter várias interpretações. Pessoalmente fiquei confuso também da primeira vez que o vi mas agora que o vi pela 2ª vez, posso concordar com a minha opinião inicial que tinha sobre o filme.

    Na minha opinião acho que ele era mesmo um maluco que matou a sua mulher por causa da razão de ela ter morto os 3 filhos deles e que tinha enlouquecido. Acredito sim que ele era o 67º Paciente do Hospital, Andrew Laeddis.
    Criou um caso na sua imaginação e voltou à ilha junto com o seu psiquiatra. Se repararem os enfermeiros estavam sempre a olhar para ele de uma forma suspeita como se já o conhecessem e se virem pela 2ª vez o filme, reparam claramente. Ainda para mais, quando ele interrogou aquela paciente que lhe escreveu num papel "RUN!" justamente quando o seu ("parceiro") psiquiatra não estava junto dele ou seja porque essa paciente já conhecia o Andrew Laeddis.
    Aliás, até foi o psiquiatra que o começou a confundir as suas ideias, dizendo-lhe que talvez o arrastaram para aqui e tal. E mais, aquele estudante que ele tinha mandado para lá espiar não era simplesmente um estudante, era o seu parceiro de cela ou então pelo menos é aquilo que dá a entender. Ele até trata-o pelo nome Laeddis e a dizer-lhe que ele é que lhe fez aquilo e isto. Também existe as combinações do nome e claro o caso que ele inventou, da Rachel Solando. Metendo na cabeça que ela tinha morto os seus 3 filhos quando no fundo era para não se lembrar que a sua Mulher é que tinha morto esses 3 filhos que, eram os deles.
    É óbvio que ele estava a enlouquecer e ele sabia disso. Provavelmente foi por isso que foi para a operação, a lobotomia. Daí ele dizer a famosa frase de: "Viver como um monstro ou morrer como um homem bom?"
    O que interpreto desse frase é que o que ele quereria dizer era o seguinte:
    Ou continuava a viver como um monstro, sentido se responsável pela morte da Mulher e por não a ter ajudado e ter salvado os seus filhos. Ou fazia a tal operação e se tornava um zombie, pensando que ainda estava em casa com os seus filhos e com a sua mulher provavelmente depois de ter feito a tal operação, penso eu.

    Isto é claro a minha opinião e a conclusão do filme. É claro que dá para tirar várias conclusões do filme e respeito qualquer uma, mas na minha opinião esta parece-me mais lógica.

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  67. Ola a todos os intervenientes.
    Acabo de ver o filme pela 1ªvez e apos ler alguns comentarios acima descritos decidi colocar o meu ponto de vista sobre a historia...

    A meu ver é tão claro que ele é um paciente do hospital, se é o 67 ou não isso não encontro explicação mas que é paciente isso é, senão reparem nestes pormenores e corrijam-me se estiver errado:

    1º - No inicio quando ele chega ao hospital vê muros altos e electrificados onde estão pessoas acorrentadas e com aspecto mutilante e no fim já recuperado quando fala com o medico não há muros e as pessoas circulam sem correntes pelos jardim, ou seja era o trauma de guerra quando esteve no campo nazi que o fazia ter essas alucinações.

    2º - A famosa paciente desaparecida (Rachel Solando) é uma enfermeira que o acompanha no tratamento pois reparem que quando ele acorda do ultimo sono é ela que se encontra no quarto juntamente com os medicos e o guarda, e ele criou nela essa personagem que nada mais nada menos era em tudo a mulher dele (matar os filhos) e ate via-se a ele proprio tambem quando ela supostamente pensava que as pessoas era o leiteiro, carteiro e os caixeiros viajantes quando ele via o medico como seu parceiro (um agente marshall) e não estava a aceitar a realidade.

    3º - ele não fez interrogatórios nenhuns simplesmente era tudo parte do tratamento pois reparem que quando a mulher pede agua no fim agradece dizendo "Thank you, Marshall" quando sabe muito bem que ele é o medico...

    Estes pontos foram os que me chamaram mais atençao mas existem muitos mais só temos que estar atentos...
    Espero que tenha ajudado naqueles que ficaram com duvidas quanto à historia em si...

    Fiquem bem
    LMB

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  68. Quando o realizador faz o filme, pensa o filme de uma determinada forma que permite todas estas interpretacoes que no final nos permitem optar por uma delas. Acho que de certo modo quase todas as opinioes estao correctas, isto porque o realizador coloca-se no lugar do espectador e mesmo que para o realizador a historia seja de uma maneira, o proprio realizador admite que quase todas as outras versoes sejam validas. A questao final a meu ver nao [e concluir propriamente o final do filme, mas a ideia com que ficamos nos nossos cerebros. Quando alguem preve o final do filme certamente que estara a prever o filme de acordo nao com o seu final mas com a ideia da qual resultara o filme? Parece complicado? vejamos...se por exemplo eu entendo que as melhores associacoes para o final sao juntar determinadas cenas, objectos e dialogos entao essa conclusao encaixa perfeitamente no final que eu pretendo dar ao filme.... e agora esta...imaginem que o final comecava ao contrario...sim..do fim para o inicio ...nao parece ter logica certo? agora imaginem que possam cortar e colar as cenas e fazer um novo enredo..sim...usando as mesmas cenas....mas trocando os momentos do filme...acham que poderiam fazer algo com logica? depende da imaginacao e criatividade de cada um...o realizador tenta que o espectador saia confuso ainda mais que o actor...e de seguida faca esse exercio de logica ou de montagem de cenas...se eu quisesse poderia dizer que nem sequer o actor tinhos filhos ou mulher e que tudo nao se tratava de uma simples lavagem cerebral por parte da instituicao...por outro lado poderia dizer que ate o psicologo tambem levou uma lavagem cerebral e que antes era realmente policia. Poderia dizer que o edward sempre esteve lucido ou sempre esteve demente...a questao ]e saber onde comeca e acaba a historia...ou onde nao comeca e nao acaba a historia....o filme permite essa multipla faceta de tudo nao passar de um sonho ou tudo nao passar da aparente realidade...partindo do pressuposto de uma historia em que o edward enloqueceu realmente pela morte dos filhos mortos pela mulher, o que se pode ter seguido de seguida foi desde logo e automaticamente a entrada para a ilha sem mais qualquer outra historia pelo meio a nao ser na imaginacao do edward e testes feitos pela instituicao...por outro lado partindo do pressuposto em que ha realmente a tentativa de uma investigacao em curso para denunciar a instituicao, normal seria que a propria instituicao ao saber, procurasse por todos os meios destruir o homem. Embora possa parecer estranho talvez o proprio realizador nao tivesse um final escolhido,a espera que fossemos nos a produzir esse mesmo final...uma reaccao em cadeia geradora de ideias e de associacoes compostas de siginicados e de simbolos. No fim o realizador opta por emitir a sua opiniao com base nas ilacoes do espectador, sendo o realizador neste caso o psiquiatra que testa o seu publico, publico esse que se tenta elucidar atraves de ideias desconexas produtoras diversas conclusoes. O alvo do teste acabamos por ser nos, testando a nossa capacidade de avaliar a subjectividade do realizador, procurando por fim dar sentido ao filme!

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  69. Eu vou falar algumas coisas sobre o filme!
    Bem,
    o filme nos deixa louco igual aos caras entao,isso revela a qualidade de filme e o interesse das pessoas intelectuais para que aprendam que nessa epoca,nada era facil principalmente com os psicoticos,neurados enfim loucos...Esse filme é muito importante para que descrevamos fatos reais e interessantes no nosso cotidiano.
    Este filme revela a hisoria de um homem chamado Edward Laeddis que foi investigar um caso de uma mulher que matou seus 3 filhos e foi para essa ilha,ele encontra no quarto onde ela dormia um bilhete escrito "A lei dos 4,quem e o 67?"isso quer dizer que os psiquiatras e o homem que fundou a ilha ja estava fazendo com que ele ficasse neurado,para pensar que existia essa mulher.No final do filme ele lembra da mulher dele que afogou os filhos e depois ele a matou,mas se todos perceberem que uns minutos antes o homem que estava no farol disse"Porque está tao molhado meu bem?"enta isso tudo ele sonhou,a mulher dele eu acredito que morreu no incendio e que no final mostrou aquilo so pra todos pensarem que ele era louco.Eu acredito que ele nao é louco e que pode estar enganando todos de lá,poque ele mesmo diz nao se pode confiar em ninguem aqui!Isso que eu acho do filme e que ele nao é louco e se fizessem o 2 ele poderia ter fugido dessa ilha da "Shutter Island" Ilha do medo foi um filme otimo que eu enlouqueci junto com o personagem isso se ele enlouquesseu!

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  70. por favor ajudem-me a perceber o filme!

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  71. como é possivel haver tanta gente que nem sabe dizer aquilo que viu?????

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  72. Este filme é muito bom!
    Muito triste também, mas as imagens são fascinantes. Leonardo Di Caprio é um ótimo ator para este tipo de papel.

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  73. Reparem que o protagonista entra como "Teddy" na ilha, com um passado já definido e as suas fragilidades....Basicamente foram o assassínio da esposa e a incursão na 2ª Guerra Mundial.

    O desaparecimento da mulher foi um pretexto para lhe introduzir memórias passadas que não são as dele...Assim ele mantinha a cabeça ocupada com problemas enquanto o estavam a analisar, nesse processo foi o "Chuck" quem teve o contacto mais próximo para ver as suas fraquezas.... No entanto ele teve a "sorte" de encontrar a verdadeira Dra.Rachel Solando lá no meio da caverna. :D e foi o passo decisivo para ele ganhar consciência de como contornar a situação. Neste diálogo está a chave do filme e é nele descrito todo o processo ao qual estão sujeitos os pacientes da ilha.

    Ele então, entrou apenas no jogo deles....O que se torna evidente no diálogo final. O protagonista para mostrar que não foi enrolado por todas as manhas apresenta o caso tal e qual ele é descrito no início da história...E ainda faz a tal questão "viver como um monstro ou morrer um homem bom?"...isto tudo com uma calma que até se revela cínica.
    O que ainda é reforçado com o suposto "Chuck" que era outro dos doutores a chamar "Teddy".

    Porque é que lhe chamaria "Teddy" se estavam a tentar convence-lo que ele era "Andrew"?

    No final há claros indicios que ele se vai tentar suicidar, o pelo menos ficar um zombie visto que é o mesmo que perder a vida. Mas penso que o momento chave está mesmo na caverna

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  74. bom gente eu aconselho vcs a lerem o livro pq o livro deixa explicita a situação na qual o dicaprio esta vivendo ou seja ele é realmente louco e transtornado com os acontecimentos traumaticos de sua vida pq o livro narra muitas cenas e situações absurdas envolvendo as personagens de maior importancia da historia

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  75. Eu soh nao estou "engolindo" esses argumentos de que ele nao era louco pois eu penso que se ele realmente tivesse certeza que estavam conspirando contra ele o personagem assumiria que matou sua mulher. Nisso ele nao seria mais considero um louco pois agora ele tinham conciencia do que havia feito, portanto teriam que tira-lo da ilha.

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  76. visitem o meu blog e vejam a minha opinião.

    http://nasbocasdomundo.blogspot.com/

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  77. A estória é a següinte: O paciente demente foi submetido a um psicodrama onde seus terapeutas e cuidadores encenaram sua fantasia para convencêlo da realidade.

    Facil, não?

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  78. a ultima cena, diz tudo!!

    da intender que ele se sente culpado pela morte de seus filhos e é claro pela de sua mulher, entao ele como um policial honesto e tudo mais, acha que o mais justo e receber a puniçao. Pois se ele voltasse ao normal, ele ainda sim sentiria o remorso por nao ter cuidado de sua esposa quando ela precisava ate q matassem seus filhos!!

    mais e claro que é isso

    tem um pessoal ai que ta viajando demais!!! tem uns que achama q realmente eles faziam a lavagem cerebral no farol kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  79. Não se esqueçam de uma cena mesmo no início do filme, no barco: Teddy diz para o Chuck que era capaz de jurar que trouxe os seus cigarros para bordo. Chuck sorri, diz qualquer coisa e oferece-lhe um cigarro dos seus. Foi aqui que começou a ilusão, que começou a ser drogado. Tudo não passou de uma armadilha inventada por ele estar a meter-se em assuntos perigosos. Por isso a enfermeira lhe escreve "RUN" a ele sozinho, por isso a cena nas grutas com a outra Dra. Ele no fim mostra que a armadilha não resultou e que ele não se deixou armadilhar.
    Filipe

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    Respostas
    1. Como doente que era nao podia portar cigarros.

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  80. Muito Bom esse filme. Tenho que ver novamente para reparar os detalhes, uma vez que se passa a entende-lo melhor pelo fim. Creio que ao contrário de vocês amigos, não me guio totalmente pela psicologia, tenho uma mente Matemática, que funciona de forma lógica e sou um grande amante da 7ª arte e principalmente dos filmes de Martin Scorsese. Acredito que somente podemos podemos tirar conclusões a partir de fatos. Para se existir um fato é baseado em algo que se considere real dentro da sociedade. Este filme brinca com isso na mente do protagonista Di Caprio e se tenta desenhar uma realidade para ele.
    Acho que só vamos ter uma conclusão diante dos fatos que vemos no filme. Esse filme não se sabe o que é real e o que é ilusão, assim como tipos de quadros que cada espectador ve de uma forma diferente. O filme explora o subcosciente da mente no limite entre o real e o sureal.
    Se conseguissemos explicar a mente através de fórmulas matemáticas como na física seria a solução das loucuras da sociedade e talvés quando esse dia chegar não seriamos mais humanos.
    Marcio Nunes

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  81. Gostei do filme, acho que os actores estiveram muito bem e que fizeram um óptimo trabalho. Mas faltaram muitos pormenores e cenas importantes que foram cortadas. Li o livro e a historia percebe-se melhor e uma pessoa fica agarrada aquilo e só quer fechar quando terminar (na minha opinião), e quando essa pessoa vê o filme percebe que as cenas estão mal montadas e que faltam muitos pormenores em relação a historia em si.
    Por exemplo a Regra de 4 - no filme só diz: "Regra de 4, quem é o 67?"
    enquanto que no livro:
    "Regra de 4,
    eu sou 47
    eles eram 80
    +vocês são 3
    nos somos 4
    quem é 67?" - e durante o livro ele vai descobrindo o enigma. Apesar de algumas cenas do filme estarem mal construídas, gostei e acho que fizeram um bom trabalho ^^

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  82. Vei e eu achando que Eu estava ficando crazy pra interpretar esse filme kkkkk...pois bemmmm concordo com a opinião da Vania e da Luisa,tbm achei bem interessante com o que disseram aí encima de não existir objetivo em defender a loucura,APESAR de achar válida a segunda possibilidade...até pq não etendi mto bem pq o George diz pro Ted q a culpa dele estar la é do proprio Ted,mas assisti mais de duas vezes o filme, e não sei é por causa dessa minha necessidade de fatos logicos ushuahsuahs, na minha visão todos os pontos se ligam e me levam a crer de q não ele não era louco,até pq acho mto obvio a outra hipótese.Quanto ao que disseram sobre o inicio do filme,sobre Ted ter dito q não gosto de água,eu só tenho uma observação a acrescentar,se realmente ele era louco, toda a historia do chef e do psiquiatra então havia razão, e ele ja estaria preso naquela ilha faziam 24 meses, o q levar a pensar q tda a ida dele como policial e com seu "parceiro"era fantasia do proprio Ted,uma vez não sendo veridico a situação,o que pode concluir-se é redundante... enfim o filme esta aí pra isso, pra deixar essa duvida e prar ser debatida essas duas questoes...não concordo com quem vem com os argumentos do livro,pq uma coisa é a historia do livro,e seja o filme baseado,incentivado,copiado do livro,o filme é o filme,e pra mim é valida a interpretação do FILME.Hilário o pessoal que usa Caps lock,pra digitar,kkkkkkk fico me perguntando,é pra parecer q esta gritando???kkkkkk assim vai convencer? e Ridiculo pessoal que usa de "força maior" pra tentar ter razão,isso prova o quão inseguro é pra defender as proprias teses..."é só procurar nos blogs do mundo inteiro,que quase todos tem a mesma opinião"e dai? isso vai te dar a certeza de alguma coisa?...uma coisa é bem obvia,por mais q falem,ninguem aqui vai definir qual é a verdade real...o q existe é o q em cada um acredita,é isso q vai fazer a sua verdade e não a do outro ,até q provem o contrario...bem legal o debate aqui,valeu a diversão kkkkkk, beijos pessoal e RESPEITO pra todo mundo.

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  83. pro usuário do dia 6 de setembro...
    1° ou pode ser parte da estratégia de querer convercer-lhe de que ele era louco,afinal tudo ali é uma estratégia, e tbm ja na segunda parte,acontece depois daquele temporal se não me engano...
    2°todas as alucinações eram efeitos dos narcoepiléticos,pra que ele deixasse mais exposto seu ponto fraco..e consequentemente fizessem o acreditar no que eles queriam que acreditasse.
    3°Sabe que é o medico pq quando chegou na ilha sabia q era o medico...ele não pode manifestar-se,eles esta ali sendo taxado como louco e querem fazer ele acreditar nisso,qlqr coisa q ele fizesse seria um motivo a mais pra o condenarem louco...como a Rachel da caverna explicou...
    enfim são argumentos que contradizem outros argumentos e vc poderia ficar anos me dizendo coisas a favor da sua opinião, e eu da minha, e a gente não chegaria a lugar nenhum...

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  84. Ninguém aqui precisa engolir o argumento de ninguém...é bem o que anônimo do dia 8 de setembro de 2010, vai ver nem o realizador definiu um final concreto, td mundo é livre pra interpretar como bem entender...agora quem fica dizendo q uns estão viajando,q não sei o que...q é bem simples pq é isso e pronto...honestamente? vcs definem qlqr coisinha,pra ficar bem resolvido pra vcs,pq tem preguiça de pensar,e vai logo no que é mais fácil.Que coisa mais pequena...não precisa nem ser convincente,mas tenham argumentos decentes pelo menos,para querer impor razão,pra querer convencer alguem de alguma coisa,faça por merecer...dãaa

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  85. A prova da magia e o encanto do filme é a própria polémica que ele gera.

    É, sem dúvida, uma narratiba aberta !

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  86. meu deus, que gente burra. essa ines que escreve como anonima e diz que ele era realemnte um policia bom e que lhe mataram a mulher e que o tavam a drogar e a fazer lavagens cerebrais, devia era ser internada na ilha ja hoje! deves ser loira! nao existe nehuma duvida que o filme gira em torno da gravissima psicose de edward! depois da sua mulher matar os filhos, edward mata-a e apartir dai entra numa espiral psciotica gravissima que o leva a ser internado na ilha! para tentar se livrar do monstro que se sentia, a psicose fa-lo criar varias personagagens ficitias, a princpal centrada num homem bom, um polica que iria investigar um desaparcimento na ilha. a primeira e as duas ultimas cenas sao crucias para entender-mos o filme, e perceber-mos que realemnte o doido é ele mesmo. (di caprio)

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  87. Acho que este filme mostra o que a pós-modernidade trouxe ao mundo: a não diferenciação entre o real e a ilusão. Creio que o filme joga com isso.

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  88. Excelente filme. Acabei de o ver agora. O facto de este nos levar a ter duas interpretações opostas (e ambas válidas), faz deste filme uma obra genial. 5 estrelas. :)

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  89. A psicose é assim mesmo... cria ilusões tão reais que se nós não tivermos cuidado, até acreditamos. Este filme fez-me lembrar Uma Mente Brilhante, em que os delírios do Russell Crowe nos fizeram acreditar que eram bem reais... e, na verdade, as situações traumáticas vividas pelo Di Caprio foram aterradoras a pontos de ele matar a própria mulher e não se aceitar como um assassino... esta dor pode ser tão profunda que ele não saiba lidar com ela... e por isso cria uma ilusão psicótica à sua volta... como um verdadeiro mecanismo de defesa, ou seja, para não se aceitando como sendo um verdadeiro monstro!

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  90. "Shutter Island": 5*

    É um filme obrigatório. Com o seu desenrolar vamos descobrindo tudo e isso é-nos mostrado de uma forma magistral.

    Cumprimentos, Frederico Daniel.

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  91. Ele desenvolveu uma esquizofrenia paranoide. Ele não aceitou o facto de a mulher matar os filhos daquela maneira assim como também não aceitou o resultado da reação imediata ao matá-la. O impacto que a realidade lhe trouxe, a cena traumática.. trouxe lhe um dor super forte, que a própria mente para não sentir essa dor criou essa fantasia, uma defesa. No final eles conseguiram que ele compreende-se isso...ficou consciente da sua doença, da sua perturbação.

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