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Crítica - After.Life (2009)


Realizado por Agnieszka Wojtowicz-Vosloo
Com Christina Ricci, Liam Neeson, Justin Long

Mais um filme que chega às salas de cinema portuguesas com um ano de atraso. E curiosamente, depois do surpreendente “Drag Me To Hell”, mais um filme que aborda uma temática sobrenatural, classificando-se dentro do género do Thriller/Terror. Aliás, as últimas semanas têm sido marcadas pela estreia desenfreada de inúmeros filmes deste género cinematográfico, o que nos deixa com a sensação de que as distribuidoras portuguesas elegeram o mês de Setembro para “despachar” dos seus poeirentos arquivos tudo aquilo que pudesse estar relacionado com o campo do Fantástico.
Se assim foi, para esta semana decidiram reservar-nos um filme que, como tantos outros antes de si, aborda aquilo que o ser humano mais receia: a morte; ou melhor, o que está para além dela. De facto, este é o maior mistério da existência humana. Haverá mesmo uma vida após a morte? E se sim, de que forma se desenrola essa mística viagem para o reino do Além? Pelas mãos de inúmeros artistas e ao longo de muitos séculos, as mais diversas formas de arte debruçaram-se sobre este tema, presenteando-nos com as suas particulares crenças e interpretações. E em pleno século XXI, mais propriamente no ano de 2009, Agnieszka Wojtowicz-Vosloo decidiu também partilhar connosco a sua visão muito própria do pós-vida.


“After.Life” dá-nos a conhecer Anna Taylor (Ricci), uma jovem professora primária absolutamente desencantada com o rumo que a sua vida tomou. Irreversivelmente ferida pelo seu próprio historial de vida, Anna desenvolve uma personalidade fria e rígida, perfeitamente incapaz de expressar grandes emoções devido ao eterno receio de vir a sofrer um qualquer desgosto. Como seria de esperar, tal personalidade acaba por prejudicar a saúde do relacionamento com o seu namorado Paul Coleman (Long). E é após uma acesa discussão com Paul, que uma chorosa Anna se mete no carro e, ao conduzir de regresso a casa, acaba por colidir com um pesado camião de mercadorias. Várias horas mais tarde, confusa e desnorteada, Anna acorda no interior de uma morgue, deitada sobre uma gélida cama de mármore e sem conseguir mexer um único músculo. E como se isto não bastasse para alarmá-la sobremaneira… ela dá de caras com um homem chamado Eliot Deacon (Neeson), que lhe garante que ela morreu e lhe diz que está na altura de preparar o seu funeral. E perante tão macabra situação, sentindo o seu coração palpitar e os seus pulmões absorverem ar, Anna conclui que está perante um insano psicopata e tenta por todos os meios escapar a tão trágico destino. Mas será que é Eliot quem sofre de perturbações mentais, ou estará a defunta alma de Anna em simples estado de negação? Essa é a grande questão…
O principal objectivo deste “After.Life” passa sempre por deixar o espectador em constante estado de dúvida. Mesmo quando a narrativa se desenrola num determinado sentido, a cena seguinte apresenta-nos algo de novo e volta a enterrar-nos no campo da incerteza. Tão depressa temos a certeza de que Eliot Deacon é um vilão sem escrúpulos, como poucos minutos mais tarde já começamos a acreditar que talvez ele não passe de uma vítima incompreendida. Este é um daqueles filmes que está sujeito a inúmeras interpretações. Garantidamente, cada espectador sairá da sala de cinema com as suas próprias interpretações e conclusões. Até porque o filme termina de forma deveras misteriosa, nunca nos facultando uma resposta clara e concreta quanto àquilo que acabámos de visionar. “After.Life” não é como um policial que termina com a apreensão do criminoso e com o espectador a compreender tudo o que se passou. Muito pelo contrário, esta trata-se de uma obra que pretende fomentar uma certa polémica e discussão entre a audiência.


Ora, muitas das vezes, tal pretensão revela-se positiva e satisfatória. Quanto mais não seja pelo facto de a narrativa se afastar daquilo que todos já estão à espera, trazendo assim algo de fresco para o espectador se deliciar. Porém, tal abordagem pode igualmente desabrochar como um pau de dois bicos. Principalmente se o argumento for mal trabalhado e deixar algumas arestas por limar. O que, infelizmente, é o que acontece em “After.Life”. Não que o seu argumento (também escrito por Wojtowicz-Vosloo) seja fraco ou fastidioso. Simplesmente, na sua ambição de deixar os miolos do espectador a andar à roda, acaba por se tornar algo confuso (sobretudo na recta final), caindo num certo irrealismo que nos faz duvidar da autenticidade das personagens.
E no que às personagens diz respeito, a de Liam Neeson vale o filme por completo. Christina Ricci e Justin Long cumprem com as exigências do seu trabalho de forma extremamente competente, mas é, sem dúvida, Liam Neeson quem absorve todas as luzes da ribalta. Na fria e arrepiante personagem de Eliot Deacon, concentra-se toda a mensagem que a película pretende transmitir. Sem qualquer tipo de constrangimento, a realizadora de origem polaca serve-se de Deacon para criticar uma sociedade que, por muito que tenha, nunca parece saciar-se e é absolutamente incapaz de dar o devido valor à vida. E é nestes dois pontos que se encontram as virtudes desta obra; na excelente interpretação de Neeson e na mensagem que a sua personagem nos tenta transmitir (ainda que de forma cruel e pouco convencional).
Em suma, “After.Life” afirma-se como um filme interessante e de agradável visionamento. Mas ainda assim, é garantido que depressa será relegado para o mais que provável esquecimento. A confusa e enjoada personagem de Christina Ricci não consegue convencer-nos totalmente da credibilidade das suas acções e, apesar de relativamente original, a narrativa acaba por se perder num obscuro túnel de pontas soltas e acontecimentos pouco convincentes. O que faz com que a película desagúe numa mediania que nem nos aquece, nem nos arrefece.

Classificação – 3 Estrelas Em 5

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74 Comentários

  1. A análise está bastante boa!
    Eu pessoalmente gostei do filme, mas não poderia concordar mais com o que tu disseste ;)

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  2. Parabéns! Uma ótima crítica!

    Filme interessante!

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  3. Muito bom.Filme que prende a atencao.

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  4. O que eu entendi do final foi o seguinte: O namorado vai até o cemitério tentar desenterrá-la. Consegue. Daí aparece um carro e corta a cena. Quem poderia ser naquele carro? Eliot. O vilão que dopou a Anna o tempo inteiro. Daí ele dá um tiro no Paul. E, por isso, ele tá com um buraco no peito na funerária. Só que o Paul não morreu. E o Eliot volta a repetir toda a sua loucura. Acho que faz sentido isso. Eliot era um psicopata. Anna respirava. Anna ligou pro Paul. Jack (o menino) viu ela em pé. Precisa de mais provas que a garota estava viva?

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  5. Tbm acho que Eliot era um psicopata, aquelas fotos dos mortos eram piradas. Ele pode ter convencido o garoto sobre o "DOm" de ver gente morta,o pivete até enterrou o pinto "vivo". Enfim, a trama parece nos levar para um final e tanto mas, só revelou mais dúvidas. Até acredito que caberá uma sequencia...( outra dúvida)

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  6. Nossa, esse filme traz uma mensagem superhipermegaimportante para refletimos a vida que levamos...

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  7. Adorei a crítica, foi mais ou menos isto que percebi, o filme tem duplo sentido e o final também, não dá pra afirmar nada, depende muito em que vc acredita.

    Liliana

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  8. O medico que dava o atestado de obito devia ser cumplice, devia dopar o acidentado com Brometo de Hidronio, que paralisa instantaneamente a pessoa.

    Qdo o coveiro esta cavando, diz para o menino seu ponto de vista da vida: "sao corpos que cagam e mijam", "atrapalham os que querem viver", "eu sou o que cuida disso", ou seja, o que elimina os que nao sabem viver, os q "cagam e mijam".

    No final, Ana morre por asfixia e seu namorado parece que acontece algo qdo chega alguem no cemiterio(talvez o medico na ambulancia), ja no necroterio Paul sente muita dor ao ser perfurado com um metal, mas no inicio Ana ao ser costurada na testa, Eliot contradiz qdo diz q ela nao sentia nada pois ja estava morta!

    E para concretizar, o primeiro ensinamento de Eliot para o menino, foi enterrar o pintinho vivo,, assim como o fez com todas as suas vitimas!

    Eis a minha visao! O coveiro é um psicopata!

    abraços!!!

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  9. primeiramente esse filme é muinto bom...mais o final nao me agradou,esperava q ana se safasse dessa,mais acaba q o namorado dela tabem se envolve nisso... ficou bem claro q Eliot enterrava suas vitimas ainda com vida,outro indicativo disso é q no enterro do professor de piano de Ana, ela tem a impressao de ver ele movimentando a boca...

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  10. bom..ao terminar de ver o filme..fiquei confusa, o que ja era de esperar...porem vendo os depoimentos nesse site..posso dizer que realmente O coveiro é um psicopata e que agora tem mais um ajudante..tem muitos pontos sem nó..como a mae do garoto..ver gente morta..brometo de hidronio..bom..é um filme no qual é muito dificil de chegar em uma conclusao ou definir algo concreto..precisara de uma analise bem profunda dos fatos,e mesmo assim faltara peças para terminar de fato uma conclusao cabivel a tal.

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  11. realmente parece um buraco de bala no peito do Paul, não tem como bater o carro contra uma árvore e sair apenas com aquele ferimento!
    as unhas dela estavam quebradas, pois ela tentou sair do caixão... realmente o filme é bem confuso e gera multiplas interpretações, mas que o Elliot é maluco, isso ele é! hehe...

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  12. me chamou a atenção tambem a conversa que o Elliot teve com ela qdo estava maquiando p o funeral,perguntou o que ela queria a vida e o que faria se´tivesse uma segunda chance,mas ao dar esta chance ela teve umas visões e nao quis ir pois ja estava acreditando q tava morta. ela estava viva sim,e aquele gurizinho sinistro tava no corredor da escola qdo apagaram as luzes atras dela e quando o noivo dela saiu do velorio ele disse:nao esqueça do sinto de segurança... ah e sem falar que o Elliot tava bravo porque aquele cara que ele tava costurando a cabeça nao falava com ele,porque aquele tava morto de verdade...

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  13. Curiosos os comentários, o filme conseguiu exatamente o que queria: deixar uma dúvida na cabeça dos telespectadores. Muitos “conseguiram” alinhar o seu final, mas o real é deixar a dúvida para divertir e gerar buzz (mesmo acontece com o forte Inception – A Origem de Dicaprio). Vamos aos fatos:
    Eliot (coveiro – não gosto muito dessa definição) possuía uma van igual a que dava farol no acidente de Ana (Cristina Ricci).
    Ana já era praticamente uma transeunte da vida, não queria mais nada e estava praticamente morta para o mundo. Ela teve uma visão da boca de seu antigo professor abrindo (mas no mesmo lance a boca estava fechada) o que chamou a atenção de Eliot. Esse pequeno ínterim, assim como alguns lances do filme (como as visões do namorado) são “exibidas” apenas para pessoas prestes a morrer (é intitulado de percepção da morte).
    Apesar de aparecerem todas as fotos no mural de Eliot (como deve parecer um psicopata) atentem-se pelas fotos de cadáveres já mortos, como o da senhora do sonho de Ana. Pessoas que pereceram por vias “naturais” (conjecturando que os demais sejam assassinatos).
    O garoto é uma peça importantíssima no plot, apesar de muitos acreditarem que o mesmo também era um psicopata atentem-se para sua mãe (não repararam que a mesma não apresentava sinal de vida?) a visão do menino pode ser interpretada de 2 formas: No caso do pintinho, o garoto via o pinto já morto (ou seria desinteressado para a vida?), enquanto os demais o viam vivo. A mãe do menino (desinteressada pela vida, vivendo apenas de televisão, ou morta – sinal que aparece muito firme na direção?) e o menino vendo Ana viva (depois corrigindo para o namorado dizendo que havia visto Ana em pé e não VIVA).
    Ana estava viva é uma alegação comum de se fazer, apesar de não apresentar pulso (ela mesmo atesta assim que consegue mover os membros) e não sentir dor alguma (poderia ser ocasionado por qualquer medicação barbitúrica). Mas ela respirava (ponto mais uma vez para o roteirista) e isso era possível visualizar pelo embaçar dos espelhos (que prontamente era “limpado” por Eliot), aqui vai um porém, em qualquer representação de espíritos o ato de deixar mensagens em “bafos” é dito como representação de aparições, o que simplesmente podia ser um ato de negação da morte prontamente corrigida por Eliot, desejoso que os mortos permanecessem assim.

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  14. Estou me estendendo muito por que o filme deixa muitas incógnitas propositalmente, mas apenas para finalizar vou pegar alguns exemplos de como pode haver duplicidades nas respostas através dos comentários:
    Buraco de bala no peito – na verdade é um buraco no tórax (que se fosse um tiro é melhor que seja de um calibre grande), melhor explicado por um esmagamento do tórax.
    Ana morre por Asfixia – aqui a ambiguidade pode ser ainda maior, afinal de contas após o enterro ocorre a “despedida” e o momento em que Ana “asfixia” ocorre (acompanhem diretamente no filme é difícil lembrar) no momento em que começam a jogar terra sob o caixão (na verdade não existe uma vedação no caixão), somente haveria asfixia após uma hora e meia após a terra cobrir o caixão. Mas como eu disse, aqui existe uma margem para erro... pode ser que o intervalo entre as batidas e quebradas de unha tenham durado mais (essa é a graça do cinema).
    Paul (Justin Logan) sente dor , contrariando sua morte. Relativo, Paul vê um cano sendo enfiado em seu tórax, diferente de Ana que não vê quando Eliot costura sua cabeça cortada. OBS importante: aquele objeto serve para inflar o pulmão do morto em caso de tórax esmagado (curioso não é, afinal pra que inflar o pulmão se o mesmo está vivo?)
    Ana ligou para Paul – verdade, mas não conseguiu que o mesmo a escutasse (relativo também pode haver alegações que o aparelho não permitia ou não funcionasse direito). Comunicação entre mortos e vivos já receberam alegações das mais variadas formas, incluindo telefones.
    Paul resgata Ana – na verdade existe essa parte como se fosse sonho e logo após ele “acorda” e se encontra no carro ocasionando o acidente.
    E sobre as frases de Eliot: cuido do que cagam e mijam, atrapalham os que querem viver. Outro ponto interessante, o corpo após a morte ainda faz esse tipo de secreção e “atrapalhar os que querem viver” pode ser aqueles que não “libertam” os mortos pensando constantemente neles (como o caso do namorado).
    Me diverti muito com esse filme, nada do que eu apresentei ou o que os demais apresentaram está errado, afirmo isso porque o filme realmente tinha por intuito deixar em aberto todas as questões. Única coisa que realmente me deixou com o pé atrás foi o sangramento que ela tinha (quando “viva”), não aparece menção em nenhuma parte do filme sobre isso.

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    1. Caraca mano. Tu ainda existe? Essa crítica aí que tu fez, foi perfeita!

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  15. Hahhaha,
    A critica do site é perfeita e sem spoilers...

    Mas a critica do D. nos comentários era exatamento o que eu estava procurando...

    Pra mim, são duas histórias contadas paralelamente...
    Tanto Eliot é o Vilão...
    Tanto a Ana está morta desde o começo...

    se é que isso é possivel

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  16. não sei se vcs repararam mas tem uma parte que aparece a foto do garotinho que enterra o pintinho "vivo". ae não entendi mais nada .aushuahsua

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  17. ele aparece naquelas fotos no caixão

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  18. Eliot é realmente um pscopata, pq ele guarda escondido o brometo de hidronio? pq ele volta correndo qndo percebe q esqueceu as chaves? resumindo podem ter certeza q logo vem por ai um "after life 2" começando apartir da hora q ele a desenterrra, ela foge e ele é pego, ela procura o irmão dele q é policial e vão atraz de Eliot!!!!!

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  19. Não sei porque tantas dúvidas,a caminhonete que causa o acidente da ana no começo do filme(fica buzinando atrás dela sem parar)é a mesma que o Eliot usa quando sai para abastecer e nota que a ana roubou as suas chaves.O cara é um psicopata!!

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  20. ela estava morta...apenas negava isso...
    assim como o pintinho estava morto...e o namorado dela no final tbm estava..Eliot apenas tentava fazer com que eles enxergassem isso....

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    1. Seu mundo é colorido né??? Certamente vc deve acreditar em Papai Noel....
      O filme e intrigante e dá pra ter várias conclusões a sua seria a mais generica e convencional...

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  21. vamos la , para aqueles que estao escrevendo coisas erradas , possivelmente nao entendenram a trama do filme .Assim como os espiritas o coveiro tem um dom como o menino tbm tem , Ana morreu realmente no acidente mas nao aceitava a morte , o embaçar do espelho era pq ela acreditava que estava viva ainda por isso que ele limpava o depois , o menino previa q as pessoas iam morrer ele previu quando disse para a professora do pintinho , e quando o enterrou o mesmo estava morto mesmo , na transição da vida apara a morte é possivel ver espiritos por isso e so por isso quando o seu namorado morreu conseguiu vela ate respirar mais ela ja tinha aceitado a morte , Agora vamos la para vcs leigos Bromato de hidronio, não foi um remedio criado para deixar pessoas vivas parecerem mortas ele é usado no iml para inflar os pulmões , para nao dar aquele aspecto de peito caido nos defuntos,.,., tirem essa paranoia da cabeca ele nao era um psicopata apenas um homen com um Dom ,.,.

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  22. mew esse filme realmente é muito bom,nem assistindo 2,4,10...vezes eu ia conseguir ter certeza das minhas opiniões...mas o que eu realmente acho...acho... que aconteceu é que.
    O Eliot realmente é um psicopata, pois ele esta lá na hora que ela sofre o acidente,ele que esta buzinando atrás dela...depois ele quer provar que ela esta morta...se não for isso porque só ela fala com ele e os outros cadáveres
    não?,porque ele se preocupa em limpar rapidamente o espelho quando ela respira,e outra se só ele consegue ver ela com "vida" e as outras pessoas vêm ela morta porque ele tem que dar aquela injeção nela, e porque não deixou o noivo entrar na sala sendo que ele ia ver ela morte?...o.O
    E quando o policial foi ver o "irmão" ele viu ela mexer a cabeça e não tinha o "dom"...então pra mim tudo indica que ela estava viva...e no final foi o Eliot que causou a "morte" do noivo acredito eu com um tiro no peito,e depois ele sentiu dor ao ser perfurado...ou seja Eliot era um psicopata...e como o garotinho estranho era cercado de pessoas que não davam valor pra vida ele tinha a mente fraca e se deixou levar pela cabeça de Eliot,acreditando que tinha o "dom"
    mas o bom desse filme é que eu não tenho total certeza do que eu conclui pois esse filme é realmente cheio de mistérios..sempre vai deixar a gente com um pé atrás...

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  23. Alguem explica aquela cena do espelho em que ela aparece como uma defunta ?

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  24. acho que desde o início ela estava viva e Eliot era um psicopata..

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  25. ATEU OU ESPIRITA

    QUEM FOR ATEU, SACA O FILME
    QUEM FOR ESPÍRITA ACREDITA NO QUE QUISER

    O IMPORTANTE É SE DIVERTIR.

    brometo Hidrônio ( CONSULTE )

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  26. Olá pessoal, tenho que dizer que ler as criticas e os comentarios é tao interessante quanto assistir o filme. independente de ser ateu ou crente, esse nao é o foco do filme, a questao é que o filme traz uma grande mensagem, as pessoas estao vivendo cada vez mais de forma mecanizada e sem amor a vida, estao mortas mesmo antes de morrer. E mesmo eu acreditando que Eliot era o psicopata, de certa forma ele nao era tao mal assim, porque ele acreditava no que estava fazendo, tanto é que ofereceu uma segunda chance para ela (se bem que eu nao acredito que era de verdade, que ele ia deixar ela escapar) e a personagem da C Rissi era uma grande idiota e chata e o namorado era razoaval mas era um chato tambem. o Elliot mesmo sendo pisico era o cara mais emocionalmente equilibrado, o que nos faz ter raiva da idiota da C Rissi e simpatia pelo Eliot. mas merece uma sequencia que esclareça.
    vlw

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  27. Não precisa de sequencia! O filme é UÓ!
    Eliot era um psicopata, mal amado pela mãe. A Anna uma lésbica que não amava ngm pq foi rejeitada na sua infancia pelo pai!
    Paul era um idiota que nem conseguiu pedir a Anna em noivado e nem a chamou para morar com ele em Chicago!
    Paul é o vilão do filme!
    E o pivete, assassino de pintinho amarelinho é o próximo psicopatinha!
    Ela tava morta numa cena e viva na outra! Acho que ela ressuscitou na hora que ela olhou a velha penteando o cabelo!

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  28. É praticamente uma lei na vida que quando uma porta se fecha para nós, outra se
    abre. A dificuldade está em que, freqüentemente, ficamos olhando com tanto pesar
    a porta fechada, que não vemos aquela que se abriu.
    (Andrew Carnegie)

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  29. Totalmente confuso. Personagem de Christina Ricci superantipático. Após o oitavo "droga" de Anna e do primeiro "porcaria" de seu namorado, desisti de continuar a assistir o filme. Realmente uma droga essa "obra" da diretora, de nome impronunciável.

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  30. Acredito que o filme não termina ai..haverá continuação

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  31. Eliot é um psicopata. Ele deveria ter uma espécie de esquizofrenia e não sabia mais discernir qndo uma pessoa estava viva ou morta ou mesmo até mesmo fazia por prazer.

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  32. Eu acredito que ela estava viva, não há base nenhuma em dizer que a mesma estava morta....

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  33. bem..podemos analizarmos de algumas maneiras
    como por exemplo...
    bem vamus analizar o q a conversa
    com o irmão do policial nos mostra..vejamos
    se vc pensa q ela estava viva e o cara era um psicopata
    então vc tem q acreditar nakele dialogo q existia entre
    o coveiro e a ana,pq podiamos ver ela conversando com ele.
    ela nakele momento era real(CARNE)
    mas kaundo observarmos a conversa dele com o irmao do policial
    podemos perceber q tudo esta na base do espiritual
    mas o q nos levar a crer q ela esteja realmnte viva
    eh o desenrolar dos fatos,os objetos kebrados,a tentativa de
    de se livrar dele ,inclusive tentando o matar
    isso tudo nos levar a crer q foi tudo real
    mas se perceber q ele naum se importava com a ameça dela
    na hora q ela fikou com uma tesoura em seu pescoço,
    podemos,talvez,perceber q estava tudo na base do irreal,do imaterial
    do esperitual...poderiamos pensar assim
    n fosse o terrivel medo dele em deixar ela nakela hora(do abastecimento do carro) fugir...

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  34. Ela estava viva. E Elliot é um psicopata. E o garotinho é um psicopata também. Tanto é que em uma conversa com o Elliot, ele diz que os dois tem o mesmo dom, alguma coisa assim. Ele diz que são iguais de alguma maneira. E o menino "mata" o pintinho, com a ação de enterra-lo vivo. E psicopatas quando crianças começam matando animais. Eles acham divertido. Ter o poder de vida ou morte sobre algo. Então Taylor sempre esteve viva. E morreu por asfixia mesmo. E Paul também estava vivo, mas acabou morrendo de vez quando Elliot enfiou aquilo nele. Muito bom o filme!

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  35. ODIEI O FILME NADA A VER NEM,PARA O LADO ESPIRITA.,DE MUITO MAL GOSTO,.. NEM FILME ESPIRITA É ,. É MAIS UM FILME DE TERROR SEM SENTIDO ALGUM... SIMPLISMENTE PERDI MEU TEMPO...

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  36. Gente...não entendi nada. Olhando por alguns aspectos do filme parece que ela estava viva e o cara era um psicopata, mas olhando por outro lado parece que ela estava morta e não aceitava. Na verdade achei o filme muito confuso, prefiro filmes que tenham um final. Prefiro me surpreender no final do que ficar completamente em dúvida.

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  37. opa sinceremente quase desde o inicio do filme se percebe que ela ta viva ela é um serial killer e um final nao deixa margem para duvidas

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  38. Pelo visto a van que causou (ou ajudou a causar o acidente) era do Eliot, podemos observar também que quando Paul está dirigindo e "sofre o acidente" (porque ele não conseguiria desviar daquele caminhão na estrada), Eliot e o garoto estavam no veículo.
    Dessa forma, mesmo que a pessoa não estivesse morta nos acidentes de carro, Eliot poderia muito bem chegar aos locais antes do resgate e ministrar a tal droga nas vitimas, fazendo com que ficassem como mortas.
    Assim, quando Paul sai bebado com o carro, Eliot foi quem provocou o evento, falando que a Ana tinha pouco tempo de ar.
    Além do mais, ninguém precisa trancar uma porta pra cadaver nenhum sair andando por aí. Quando Eliot dá a chance pra Ana sair, ele já colocou a ideia na cabeça dela de que estava morta, sendo que a nossa ação é aquilo que transforma ideias em realidade, e o que é necessário pra acreditar que se está morto? Simplesmente não agir, aceitar tudo como está... Essa é a mensagem do filme, e Ana, em uma postura totalmente passiva aceitou

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  39. acredito q ela estava viva sim...
    se todos observarem eliot se inrrita com o irmão do policial pois ele nao conversa, por que esta morto mesmo...a ideia q o filme passa é realmente a de a pessoa esta morta desde de o momento em q para de dar valor a sua vida, que foi o q aconteceu com ela e eliot fazia com q eles acreditassem q estavam mortos mesmo...e o menininho entendeu pois via sua mae todos os dia parada em frente a tv, nao se emportando mais com nada...ou seja igual a ana...o pintinho foi so a primeira vitima dele....

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  40. Nossa, filme péssimo. Não gostei. roteiro confuso. muito down e triste e sem nexo dizer que esse filme tem ligação com espiritismo.

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  41. Na verdade o namorado acidenta-se antes de chegar ao cemitério,vocês não lembram da fumaça que entra em sua garganta?Ali ele morreu,em seguida aparece ele no cemitério tentando desenterrar Ana e ele escuta um barulho e ela diz...é a tesoura cortando sua roupa....na verdade os dois estão mortos......

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  42. Gostei do filme. Várias vezes fiquei na dúvida se ela tava morta mesmo, mas no acidente do Paul ele morre realmente, entra uma fumaça na boca dele. E depois que o Eliot enfia aquele troço no peito dele (e parece que é aí que ele morre), o filme acaba mas o Paul ainda fala mais uma vez: Eu não estou morto.... ou seja, continua acreditando que tá vivo. Então acho que eles estavam mortos mesmo.

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  43. Na minha opinião não restam duvidas!! Eliote e o garoto tem sim um "DOM" chamado psicopatia. desde o começo do filme eu previ pelas fotos q ele tirava mais a unica coisa que eu não entendi mesmo foi; quando ela chega em frente ao espelho logo depois de ter ligado para o seu namorado como que ela ficou parecendo um cadaver mesmo naquele espelho??????????

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    1. Ele tem a imagem por causa do remédio que estava sendo ministrado nela, muita toxina falta de água comida, além de uma provável maquiagem.

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  44. SPOILLER ABAIXO:

    Porra gente a resposta está muito clara! Ela estava VIVA.

    Se lembram da cena no inicio que o aluno fala que achava que o pinto estava morto ? Ai ela falou " Nao,ele só está assutado ".

    O mesmo aconteceu com ela,ela NÃO estava morta ela estava assustada e confusa,entre tantas dicas,a resposta definitiva veio quando o menino enterrou o pinto vivo.O cara era um psicopata e conveceu o menino que ele tinha um dom.

    Só oque eu não entedi foi ele perfurando o corpo do cara no final,e o cara sentindo dor ( ele tmbm estava vivo).

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  45. caso sua irmã não acredite ela deve ser loca por que vc é muito inteligente e sabe de tudo... ela estava morta.

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  46. acho esse filme muito triste e o final é realmente deprimente porque ele continua fazendo as lucuras dele .

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  47. Aquela cena do espelho em que ela aparece como morta realmente não deveria ter existido. Deixou o filme completamente sem sentido.

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    1. Existe espelhos daquele jeito, que te deixa com aspecto cinza, velho... Eu vi um desse espelho na casa de espelho de um parque... Mas o que não entendi, foi ela não sentir fome nem sede todos aqueles dias...

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  48. No meu ponto de vista critico ANA ESTAVA VIVA SIM...

    Como poderia haver mais provas que as que foram apresentadas?
    Ela ainda respirava, tanto que o ar que ela expirava embasava os espelhos.
    Ele usava BROMETO DE HIDROGÊNIO para manter suas vítimas como se estivessem mortas (o policial fala no meio do filme quando Paul está conversando com o delegado que o Brometo de Hidrogênio deixa a pessoa paralisada e com os sinais vitais imperceptíveis.

    Como o próprio Eliot dizia as pessoas achavam que estavam vivas só porque urinavam, defecavam e respiravam... Ou seja, ele enterrava viva as pessoas que estavam "morta em vida", ou seja aquelas que não viviam plenamente, e Ana era uma delas...

    Eliot toma a decisão de matar Paul no momento em que Paul do lado de fora da porta em que Ana se encontra, pede perdão e diz que não consegue viver sem ela... Desse modo, a partir do momento em que Ana é enterrada, Paul se torna para Eliot um "morto em vida"

    Pelo fato do menino ter visto Ana, ele faz isso se tornar um álibi para ele, fazendo Jack acreditar que também tinha o dom de falar com os mortos, para que assim o menino confundisse fantasia com realidade, tanto que ele diz ao garoto que as outras pessoas não entenderiam esse dom. Dessa maneira o menino NUNCA contaria para mais ninguém que viu Ana.

    Jack enterra o pintinho vivo, por já estar acreditando que ver seres mortos. E pelos ensinamentos que ele aprendeu com Eliot, o animal já estava morto, pois vivia de forma amedrontada.

    Paul não morreu em acidente algum, na minha opinião, PAUL chega até a desenterrar Ana sim, pois quando ela o abraça os dedos delas estão feridos assim como as cenas demonstraram, e como ele poderia imaginar tal fato?
    Porém Paul é atingido com algum tipo de tiro no momento em que ele está abraçado com Ana e alguém acende os faróis do carro dele, pois como alguém que sofre um acidente de trânsito sofre apenas um furo no meio do peito? Nenhum arranhão? nenhuma batida de cabeça no volante? NADA...

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  49. ela estava viva sim.......
    por um pequeno detalhe até então esquecido por todos.
    Ela cicatrizou do corte dela em sua cabeça

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  50. então...se os mortos falassem realmente, ele falaria com os outros também..mas álí ele ó falava com ela mesmo...vocês perceberam que ele pediu para o outro morto falar e ele não falava nada???deve ser ele um psicipata mesmo...intrigante...

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  51. e outra...como ele ia conseguir desenterrar ela com as próprias mãos???

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  52. O filme é fantástico e a interpretação de Liam Neeson, sem dúvida nenhuma, está magnífica. Embora o filme acabe por criar situações ambíguas e que crie dúvidas na mente dos telespectadores sobre se o que acontece com a professora é real ou não, fato que infelizmente não se pode tirar nenhuma conclusão e que fica ainda mais confuso no fim do filme, o mais importante são os diálogos entre o Agente funerário e a morta. Os questionamentos levantados por Liam, através do seu personagem nos faz refletir sobre o que fazemos neste mundo e como nos comportamos na vida, pois a morte, embora não queiramos aceitar, e muitos tenham sua visão religiosa, pessoal, etc sobre a mesma, o fato é que ela, a morte, é o nosso exame final de como vivemos a vida que nos foi concedida.

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  53. Acredito que o filme seja todo feito de metáforas; e, sendo assim, deixa margem às mais diversas interpretações...
    A cena do espelho é uma delas: Ana se vê no espelho como se sentiu sempre em vida: um cadáver. O embaçamento seria apenas o que acontece de fato (ela poderia ainda estar viva), mas abaixou a cabeça e não enxergou isso. O simbolismo - que complementa a ação em relação a espelhos - é quando ela enxerga este fato, mas já é tarde para mudar algo, porque aí ela já se entregou ao que pensa ser seu destino.
    E, quando Eliot abre a porta, ela se assusta com a liberdade....
    Em algum momento Anna confessa o alívio de saber que está morta, que a dor vai acabar...
    Talvez o agente funerário fosse um homem bem intencionado, a seu modo. Na cena do velório, quando ele vê Ana pela primeira vez, intui que ela é uma morta-viva. E decide "ajudar": seria a eutanásia levada a extremos.

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  54. Cara, esse filme me deixou bem confuso:
    1) O gurizinho (psicopatinha) aparecia no mural de fotos de mortos, ao lado da velha que morreu... ou não era ele?
    2) A velha (morta) diz pra Anna que ela não tava pronta! (Nesse sentido ela estaria viva?
    3) No final do filme, o namorado de Anna morre num acidente de carro? ou alguém mata ele quando chega no cemitério?
    4) Se Anna estava realmente morta, como ela quebrou todos os objetos da sala?
    5) Mãe de Anna falou pro Eliot pintar o cabelo dela de preto, e ele não fez...(sem ouvido?)
    6) Eliot parecia estar bastante preocupado enquanto o namorado dela beija ela no final do filme... Só eu que reparei isso?
    7)Pq o Eliot diz que ele tem pouco tempo para salvar ela?
    8) No final, o que Eliot diz para o menino? o que acabou? Anna morreu?
    Bom, tudo isso me leva a pensar que realmente tem duas histórias, contadas para dois "tipos" de pessoas diferentes...
    Historia 1 - para aqueles que não acreditam em espiritos - Anna está viva, e Eliot é um psicopata, o gurizinho também se tornará um...
    História 2 - para quem acredida em espiritos - Anna está realmente morta, e Eliot só está ajudando ela.

    Confesso que prefiro a historinha 1, é mais emocionante!

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  55. Meu cérebro explodiu bzzzzzzzzzz

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  56. Ficarei sempre na duvida.........

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  57. Oq eu indendi foi que , ela não estava morta ,. o doutor ja tinha morrido como ela ., (bem confuso) ele ja estava pre-morto .,so que ele percebeu o menino o Jack ., ja morreu sua mãe estava louca por isso (ipotese minha)
    e como o Daniel disse , pode ter acontecido mais eu tenho ceteza todos estavam vivos .,ele sentiu dor ( dor ) ela não sentiu pq ele dopou ela ,. bem eu intendi isso .

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  58. ele sabe as flores favoritas
    o k interessa se ela foge estando morta?
    nao creio k seja normal um coveiro colecionar fotos dos mortos
    espirito e corpo sao coisas dif entao pk ele tem de injetar o k ker k seja para ela ficar imobilizada?
    e realmente nao tinha pensado nisso mas e a mesma carrinha
    relativamente a ela sempre tive impressao k estava viva. com o namorado nao percebi. acho k a propria autora se contradiz.

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  59. Eu gostei do filme, embora ele seja "a principio" confuso mesmo.
    Porém, depois de pensar muito no roteiro e na proposta dele, um pequeno fato clareou toda a dúvida. quando o garoto enterra o pintinho vivo é a deixa de que Eliot Deacon sem dúvidas nenhuma é um psicopata obcecado pela valorização da vida em vida (Algo do tipo "Jogos Mortais"), e por isso faz as pessoas entenderem como é a morte e sofrerem as consequências dela quando são enterradas vivas. Realmente muitas margens para discussão, mas acredito que esse seja o caminho para entendermos a complexidade de um bom roteiro, ou será que o que nos convêm é sempre garantir o final premeditado.
    Complexidade ao menos nos garante ótimas confrarias cinematográficas.

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  60. Olá. Eu acho que o coveiro e obsecado em fazer seus "clientes" parecerem vivos. Esse é seu trabalho. E para fazer o melhor possivel eles precisam estar vivos de verdade. Ele criou toda uma filosofía para maquiar sua loucura. Abaixo estão os dez pontos chave do filme.
    1- Ela percebe o profesor se mover no caixão.
    2- O coveiro provoca o ascidente para que ela não conte a ninguem o que viu.
    3- Ela é drogada e enganada por ele.
    4- Ela percebe a armação, mas é dopada e enterrada viva.
    5- As intuições de Paul são comprovadas pelo coveiro após o enterro, quando Paul bebia.
    6- Ele vai tentar salvar Anna.
    7- O coveiro provoca outro ascidente, dessa vez com o carro de Paul.
    8- Paul perde a conciência.
    9- Mas sonha que conseguiu desenter a garota.
    10- Na funeraria, ele acorda, e é morto com aquele ferro enfiado no peito.
    Conclusão: Anna e Paul estavam mesmo vivos. O resto são artificios dos produtores para deixarem a trama mais complexa.

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  61. Quando terminei de assistir ao filme tinha acerteza que ela estava morta. Depois assisti novamente e vi detalhes que não peguei da primeira vez.Pra mim depois que revi tenho a certeza que ela estava viva, Tive a certeza quando aparece o painel de fotos no final, umas pessoas estavam com os olhos abertos e outros de olhos fechados.Os que foram fotografados de olhos abertos foram as vítimas de Elliot...certeza!!!!

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  62. A proposta do filme é esta. Não tem definição e todos os acontecimentos geram interpretações dúbias.Inclusive se o garoto tinha o dom ou não. O pintinho podia estar morto, com medo da morte. Mas também podia estar vivo e com medo da vida. A mãe do menino, sentada na TV e que nunca responde, ele podia estar vendo um espírito ou ela estava mesmo viva, precisamente, com a morte em vida.
    Um dos pontos que parece chave, o brometo de Hidronio, ele é de fato utilizado na preparação dos corpos.
    Mas tem algumas pontas soltas, como as luzes que se apagam no início do filme, mera coincidência?
    Também existe a possibilidade dele ele ser um psicopata com o dom. Talvez ele tenha provocado o acidente, por ela ser de fato alguém com uma vida morta, e ela estar de fato morta. Resumindo, não se tem resposta!!

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  63. A história não tem nada a ver com espiritismo

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  64. Resumindo:

    O filme é uma MERDA, daquelas que cai no vaso e molha o c*. Não recomendo, serão os 90 mais exaustantes minutos da sua vida. Serão 90min perdidos que vc jamais poderá recuperar!

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  65. Eu acho que o menino JACK esta vivo, ele não é um fantasma, porque o policial cita ele, que foi agredido pelo namorado no colégio, é o psicopata vê que ANA é uma pessoa triste quando a esposa do primeiro defunto (professor de piano), fala que acha ela um pouco cansada, quando o coveiro vai observar ela pela a janela á vê desesperada chorando. Quando ANA sofre o acidente, é o carro branco do coveiro que esta atrás do carro dela, é provavelmente ele fez ela sofrer o acidente, e antes dos paramédicos chegarem ele aplico aquele injeção (brometo de hidronio) nela, que diminuem os batimentos cardíacos e dilatam as pupilas. EU ACHO QUE ELA ESTA VIVA, e o fato dela não sentir dor é porque ela esta com hipotermia, já que ela esta em uma sala muito fria, a todo estante o coveiro abaixa ainda mais a temperatura da sala onde ela está. E ANA é a única que conversa com coveiro, os outros defuntos não conversam com ele é nem com ANA. E no momento que a mãe e o policial vai a funerária ver os corpos o coveiro DOPA ela, é ainda fala pra mãe de ANA que a ALMA dela ainda está ali, lógico ela ainda esta viva. E quando ela levanta da maca, o corpo deveria ficar é só a alma se levantar, se estivesse mesmo morta. A cicatriz dele some porque ele passa um negocio igual base na pele dela, tampando a cicatriz. E o mesmo que ele usa no irmão do policial para tampar os machucados. O DOM do coveiro, e de falar com quem está entre a vida e a morte é não MORTOS. E quando ela aparece no sono de POOL com coração dela na mão, acho que ela está tentando alerta-lo que ainda está viva com coração batendo. E quando o coveiro vê que JACK viu ANA, ele tenta convencer o menino que ele também tem dom para ver os mortos. Quando o coveiro se lembra que ANA e NAMORADO brigaram antes do acidente, ele mente para ANA falando que o NAMORADO não chorou quando ficou sabendo de sua morte. Todas as fotos que ele tira algumas estão com o olho fechado, acho que esses estavam mortos de verdade, e os de olhos abertos ainda estavam vivos. O policial percebe que ANA se move. E quando o coveiro vê que ANA está acordando ele fecha imediatamente o caixão. E o coveiro instruiu o menino JACK, a falar para o NAMORADO a colocar sinto de segurança, já premeditando o morte do NAMORADO. o COVEIRO viu que o namorado estava bebendo é o incentivou a ver se ANA esta viva, para provocar o acidente dele, antes do acidente ele já estava na beira da estrada, esperando para aplicar o medicamento antes da chegada dos paramédicos. E ele matava todos que não dava valor na vida. FALAVA QUE NÃO HAVIA MAIS VIDA EM ANA, ela só fazia defecar e michar sufocando as pessoas que queria viver com o fedor deles, tirando o ar daqueles que queriam viver, por isso o coveiro tinha que enterrar todos eles. RESUMINDO ANA SEMPRE ESTEVE VIVA. Bem esse é o meu palpite !!!!

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  66. Pra mim quase todos no filme estavam mortos ,se atentem a detalhes ,o menino Jake esta no mural de pessoas mortas ,assim como o policial safado que vai visitar o defunto irmao,ambos tbm aparecem no mural,isso sem falar que quando o coveiro esta medindo o buraco aparece alguns segundos uma lapide com o nome jake ,

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    1. Talvez seja por isso que a mae de Jack vive na frente da tv e nunca responde, esta deprimida por causa da morte do filho...

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  67. quase dormi lendo essa critica,mais extensa q o próprio filme,q aliás é fraquíssimo.
    só pra citar 1 erro:o cabelo vermelho dela, é lavado pra voltar ao tom escuro,como pedido por sua mãe,mas no velório o cabelo permanece vermelho. q @@#@#@#!!!!!

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  68. O final conclui Ana realmente estava morta em vida e Eliot é um psicopata.

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