Crítica - Burying the Ex (2015)

Realizado por Joe Dante 
Com Anton Yelchin, Ashley Greene, Alexandra Daddario

Sinopse - Max é um tipo simpático que trabalha numa loja de adereços de Halloween. A sua belíssima namorada, Evelyn, é uma eco-activista que lhe dá pouco espaço de manobra. Cometem o erro de irem viver juntos, o que torna Evelyn numa pessoa ainda mais manipuladora. Max apercebe-se que cometeu um erro, mas há um problema: ele tem pavor de acabar a relação com ela. O destino intromete-se e Evelyn morre num acidente, deixando Max solteiro e disponível. Entretanto conhece Olivia, que é muito parecida com ele e pode muito bem ser a sua alma-gémea. Só que Evelyn, mesmo morta, não vai desistir assim tão facilmente.

Crítica - Realizado por Joe Dante, o criador do popular clássico "Gremlins" (1984), "Burying th Ex" segue o padrão mediano das mais recentes incursões do cineasta pelo mundo dos filmes de terror,  mas ao contrário dos fraquinhos e pouco memoráveis "The Hole" (2012) ou "Trapped Ashes" (2006), que até apostam num terror sério mas fraco, "Burying The Ex" segue uma fórmula próxima à comédia de terror que infelizmente também não resulta por dois simples mas importantes motivos: não tem qualquer piada nem apresenta qualquer noção positiva ou imaginativa de terror. 
A sua história é tão simples e pobre como a sua premissa nos leva a crer, ou seja, estamos efetivamente perante um daqueles filmes juvenis de zombies e maldições sem imaginação e com toques de comédia e romance que simplesmente não funcionam, especialmente quando são tão pobremente desenvolvidos como esta produção, onde não conseguimos sequer encontrar uma ideia positiva ou uma cena competente. O pobre resultado final engloba ainda uma performance medíocre do jovem elenco liderado por Anton Yelchin, Ashley Greenee e Alexandra Daddario, três jovens estrelas que são vítimas da mediocridade do enredo mas também de uma fraca direção de Joe Dante que bem pode juntar este fracasso a outros ilustres projetos negativos da sua carreira, como o tão esquecível "Small Soldiers" (1998). 

Classificação - 1,5 Estrelas em 5

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