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terça-feira, março 20, 2018

MONSTRA 2018 - Vencedores

Já são conhecidos os vencedores da MONSTRA 2018 - Festival de Animação de Lisboa. O filme "A Sonolenta" de Marta Monteiro arrecadou o Prémio de Melhor Filme na Competição Portuguesa - Prémio SPAutores / Vasco Granja. O júri justificou da seguinte forma a atribuição deste prémio: "uma história encantatória que nos atraiu pela sua coerência forte, com uma excelente qualidade de desenho e, genericamente, de realização." A "Surpresa", de Paulo Patrício recebeu o Prémio do Público nesta competição. Na competição de longas, o filme italiano "Gata Cinderela", dos realizadores Ivan Cappiello, Marino Guarnieri, Alessandro Rak e Dario Sansone recebeu o Grande Prémio MONSTRA. Segundo o júri, este filme foi galardoado pela "grande técnica de animação, uma boa adaptação de uma história bem conhecida de um ponto de vista moderno; e também pela forte e original culturalidade e pelas grandes personagens." Este filme recebeu também o Prémio de Melhor Banda Sonora na mesma categoria. Da China, o filme "Tem um Bom Dia", realizado por Liu Jian ganhou o Prémio Especial do Júri e "A Ganha-Pão" de Nora Twomey arrecadou o Prémio do Público. 
Na competição de curtas-metragens, o filme francês "Espaço Negativo", realizado por David Coquart-Dassault recebeu o prémio para Melhor Curta e o Prémio do Público.Na secção Curtíssimas, dedicada a filmes com menos de dois minutos, os vencedores foram "CNN Colorscope Black", do britânico Matt Abbiss para Melhor Curtíssima e "Uma Manhã na Feira", realizado por alunos da Escola Superior de Media Artes e Design (Porto) e do 12º ano como Melhor Curtíssima Portuguesa. Na Competição de Estudantes, o filme "Penelope", de Heta Jäälinoja foi considerada a Melhor Curta de Estudantes e "The Voyager", realizado por João Gonzalez, recebeu o Prémio de Melhor Curta de Estudantes Portuguesa. O Grande Prémio Monstrinha foi para o filme inglês "The Box", de Merve Cirisoglu Cotur, "porque este filme propõe uma forte reflexão para a violência do drama humanitário que continua a atingir a região da Síria. Os elementos do júri, destacam a forma simples, mas muito comovedora, de como partindo da relação entre uma criança, um gato e uma caixa se retrata uma realidade que afecta milhares de famílias. O exílio e a violência de que este se reveste é evidenciado no plano final, em que que a criança tudo abandona. A simplicidade dos recursos gráficos neste filme de animação adequa-se à urgência da mensagem humanitária." 

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