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Crítica - Glass (2019)

Crítica - Glass (2019)
Realizado por M. Night Shyamalan
Com James McAvoy, Bruce Willis, Sarah Paulson

Para celebrar o lançamento da extensão Star do Disney+ Portugal hoje recordamos "Glass", um dos muitos filmes disponíveis na plataforma e uma das produções mais recentes do seu catálogo. Trata-se do terceiro e último filme da trilogia iniciada pelo interessantíssimo "Unbreakable" em 2000, trilogia esta que cria uma curiosa trama que transporta o mito dos Super-Heróis para o Mundo Real.
A ação de "Glass" decorre após a conclusão de "Split" (2017). Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 23 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis), o herói de "Unbreakable" (2000). O jogo de gato e rato entre o Homem Inquebrável e a Horda é influenciado pela presença de Elijah Price (Samuel L. Jackson) que, mesmo estando preso num manicómio, consegue manipular todas as ações à sua volta em direção a uma conclusão explosiva.
M. Night Shyamalan já confirmou que "Glass" será o último projeto da saga e que não está interessado em torná-la num francise mais extenso. Uma decisão sábia, já que os três filmes que orquestrou têm um principio, um meio e, sobretudo, uma satisfatória conclusão. Em conjunto estas obras da trilogia formam uma trama sólida e criativa que merece ser explorada. É certo que  "Unbreakable" é, por si só, um filme de excelência que aguentou bem o teste do tempo, mas os dois subsequentes complementos também têm o seu valor e completam uma já de si excelente história e, acima de tudo, dão-lhe um final ainda mais bombástico. 
Tal como "Split", "Glass" não tem a competência única do primeiro filme, mas mantém bem vivo o espírito dessa primeira entrega e consegue surpreende o espectador com um desenlace final que ata toda a saga.


Classificação - 3 Estrelas em 5

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