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Crítica - Dora e a Cidade Perdida (2019)

Realizado por James Bobin
Com Usabela Moner, Eugenio Derbez, Michael Peña


Chega este Domingo ao catálogo da Netflix Portugal o filme de ação juvenil "Dora e a Cidade Perdida", a adaptação live action da famosa série infantil "Dora, a Exploradora". Embora não tenha tido grande sucesso nas salas de cinema teve, ainda assim, uma certa aceitação por parte da crítica. E isto causou alguma surpresa porque as expectativas não eram as maiores, mas certo é que esta adaptação revela agradáveis detalhes dentro do espírito divertido e familiar que popularizou a famosa série televisiva. 

Esta adaptação apresenta, sem dúvida, uma aventura mais adulta do que as que nos são apresentadas na série, mas ainda bem que os seus criadores correram este risco. Desta forma, "Dora e a Cidade Perdida" pode chegar a mais gerações e, sem nunca perder a essência da série, até poderá proporcionar um inesperado entretenimento familiar. 

Um grande crédito do seu sucesso também tem que ser entregue a Isabel Moner, a jovem atriz que dá vida a Dora, uma adolescente que passou grande parte da sua infância a explorar a selva com os pais, mas nada a preparou para o maior desafio da sua vida – o liceu. Sempre exploradora, Dora rapidamente se vê a liderar Boots (o seu melhor amigo, um macaco), Diego (Jeffrey Wahlberg), um misterioso habitante da selva (Eugenio Derbez) e um grupo de adolescentes desajustados numa aventura para salvar os seus pais (Eva Longoria e Michael Peña) e resolver o impossível mistério da cidade perdida.

Classificação - 2,5 Estrelas em 5



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