Crítica - Perpetrator (2023)

 


Realizado por Jennifer Reeder

Com  Alicia Silverstone, Kiah McKirnan


Teve a sua estreia mundial no passado Festival de Berlim este curioso filme de terror, cujo elenco é encabeçado por Alicia Silverstone e a promissora Kiah McKirnan que, aqui, interpreta Jonny, uma jovem rebelde prestes a completar o seu 18.º aniversário que é enviada para casa da sua Tia Hildie, onde deverá atravessar o rito de passagem por que todas as mulheres na família transitam. Esta metamorfose sobrenatural é tecida sobre uma pequena cidade já aterrorizada como pano de fundo– um serial killer mascarado rapta jovens do liceu para as torturar até à morte. Quando na posse do seu “Forevering”, uma nova Jonny, miticamente selvagem, vai atrás do transgressor com a ajuda de Elektra, uma colega por quem se apaixona.

Recebeu aplausos em Berlim e poderá vir a ser uma das surpresas do ano, algo que foi confirmado na recente edição do MOTELx onde foi exibido e foi considerado um dos melhores filmes do certame.  Bem a tempo do Halloween, "Perpetrator" já chegou também às salas de cinema onde cada espectador poderá confirmar as boas indicações deixadas na época de festivais. Trata-se de um filme bem pensado onde terror, fantasia e ação se mesclam numa trama de vingança com toques sobrenaturais que, no final, deixa um agradável sabor de justiça na mente do espectador. É certo que este é um daqueles filmes que certamente teria mais impacto nas plataformas de streaming e que, assim, poderá passar algo despercebido, mas não há duvidas que é uma boa sugestão para a vindoura spooky season.


Classificação - 3,5 Estrelas em 5

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