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Crítica - Fantasy Island (2020)


Realizado por Jeff Wadlow
Com Lucy Hale, Maggie Q, Charlotte McKinney


É um dos primeiros filmes de terror de 2020 e já é um dos piores. É o que pode ser dito sobre “Fantasy Island”, um filme tão descabido que chega a ser ridiculamente mau e um pesadelo de acompanhar. E isto acontece porque, como todos os filmes feitos à pressa em cima de um conceito minimamente promissor, “Fantasy Island” apresenta um argumento com inacreditáveis lapsos de lógica e exposição que promovem um enredo sem conteúdo e assente apenas em clichés. 
É difícil promover considerações com mais contexto sobre um filme tão vazio como este. É por isso que o temos que ver como foi construído para se ver, ou seja, com a perfeita percepção que estamos perante um filme apressado sem qualquer noção de qualidade que apenas existe para rentabilizar um conceito minimamente promissor e acrescentar mais um capítulo negro ao já mal tratado género em que se insere. 
Por norma teceria também algumas ideias sobre a performance do elenco, mas sinceramente não há nada de positivo para dizer, já que tal como o filme, o seu elenco é tenebrosamente mau. É porque até atores que julgamos competentes, como por exemplo Micheal Pena, têm aqui performances deploráveis. E sim, Pena é provavelmente o exemplo perfeito de tudo o que está mal em “Fantasy Island”, já que interpreta uma personagem tão irritante e mal construída que, para cúmulo, ainda obriga Pena a incutir-lhe um sotaque detestável que arruína toda uma performance.

Classificação – 1 Estrela em 5

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