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Porto Acolhe Filmagens de Capitães de Açucar, Próxima Série da RTP e de Maria João Mayer

Porto Acolhe Filmagens de Capitães de Açucar, Próxima Série da RTP e de Maria João Mayer

 

Porto Acolhe Filmagens de Capitães de Açucar, Próxima Série da RTP e de Maria João Mayer


Já começaram, na cidade do Porto, as filmagens de “Capitães do Açúcar”, a nova série de ficção da RTP1 produzida por Maria João Mayer. “Capitães do Açúcar” é uma história sobre a juventude, a depressão, o universo artístico das belas artes e as substâncias psicotrópicas do momento, com a cidade do Porto como pano de fundo, e conta com a participação de atores como Ana Padrão, Igor Regalla, Dinarte Branco, Cristóvão Campos, Jani Zhao, Paulo Calatré ou Carolina Amaral e ainda aposta em novos talentos da interpretação como Tiago Sarmento, Diana Sousa Lara ou Vicente Wallenstein.

Esta série, escrita a pensar na criação de novos públicos, é composta por 8 episódios de 30 minutos e é uma ideia de Tiago Sarmento, que também interpreta a personagem principal, com realização de Ricardo Leite e argumento de Tiago Correia. Produzida por Maria João Mayer, “Capitães do Açúcar” conta com o apoio da Porto Film Comission e da Câmara Municipal do Porto.


Sinopse – O verão está quase a chegar. Já se consegue sentir a brisa quente do ar abafado logo pela manhã. A calçada e as ruas estreitas da cidade do Porto reflectem a luz tórrida e espalham o cheiro juvenil a cerveja entornada. Os dias tornam-se longos e as noites, pequenas desculpas para se sair.

Esta série centra-se num jovem universitário que está frustrado com o seu medíocre sucesso emocional e monetário. Bernardo Régio é um estudante de farmácia que trabalha, em part-time, numa hamburgueria franchising do Porto. Vive num apartamento velho da cidade com a sua irmã mais nova, Francisca, e o seu cão, Hamlet. Bernardo está de relações cortadas com o pai, que vive emigrado em Bruxelas, e a sua mãe é um assunto proibido que não se pronuncia dentro daquelas quatro paredes. Para Bernardo, a paisagem da juventude escassa e os ambientes sociais tornam-se um cenário longínquo. A solidão apodera-se dos seus dias e as redes sociais apenas o afastam de criar memórias físicas e reais. Por vezes, deseja poder largar tudo e ser autor de algo na sua vida.

Um grupo de jovens universitários de Belas Artes - Antunes, Neves, Cruz e Mendes - criam uma substância psicotrópica chamada “açúcar”, numa cozinha improvisada, de um apartamento velho da cidade. Intitulam-se artisticamente como os Capitães do Açúcar. Mendes, o químico do grupo, reconhece o perigo que a confecção de drogas sintéticas acarta e decide abandonar o projecto. Os Capitães são forçados por Raposo, um dealer de estupefacientes, a arranjarem uma solução rápida. O gangue decide procurar Bernardo e comprovar os seus dotes químicos. Se ele conseguir reproduzir o “açúcar do Mendes”, asseguram- lhe um pagamento alusivo e a possibilidade de se juntar ao grupo.

Bernardo aceita a oportunidade de largar tudo e cozinhar esta nova substância psicotrópica, vendida em pacotes de açúcar. Inconscientemente criam uma droga mais aliciante que Ecstasy ou 2 C-B. O grupo de jovens Capitães tem um plano infalível. São autores desta “obra de arte” sem nunca ninguém conhecer a sua identidade. Apenas cozinham. Até que, uma jovem de vinte e um anos dá entrada no hospital. A jovem é Margarida, a filha de uma investigadora da PSP.

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