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Crítica - Post Mortem (2020)

Crítica - Post Mortem (2020)

Realizado por Péter Bergendy 

Com Viktor Klem, Fruzsina Hais, Judit Schel

 

"Post Mortem" foi uma das surpresas da 41ª Edição do FantasPorto. Após brilhar na Hungria ou no Festival de Trieste, Péter Bergendy trouxe ao Porto a história de um fotógrafo, ex-soldado da 1ª Guerra Mundial, que faz fotografias de família com os seus mortos, como era tradição  na época. à procura de trabalho acaba por visitar uma aldeia que foi apanhada pela Gripe Espanhola e que vive rodeada de fantasmas assustadores e que irá propiciar ao jovem fotógrafo uma inesperada aventura sobrenatural.

As mais recentes edições do FantasPorto têm apresentado a Portugal algumas curiosas obras oriundas da Hungria. O caso mais popular é capaz de ser o sublime "Liza the Fox-Fairy", que até chegou a vencer o festival. Esta obra de Bergendy é menos ambiciosa e mais clássicas que essa extravagante produção, mas tem também o seu valor. 

É um filme que mostra que a Hungria tem potencial para produzir interessantes filmes de terror que, embora mais próximos ao estilo tradicional, ajudam na missão de revitalizar o terror sobrenatural na Europa.  


Classificação - 3 Estrelas em 5


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