Crítica - Luckiest Girl Alive (2022)

 

Crítica - Luckiest Girl Alive (2022)


Realizado por Mike Baker
Com Mila Kunis, Jennifer Beals, Connie Britto

"Luckiest Girl Alive" é o novo filme original da plataforma Netflix protagonizado por Mila Kunis e tem por base o best-seller homónimo de Jessica Knoll. Kunis interpreta com competência Ani FaNelli, uma mulher de língua afiada que parece ter tudo: um cargo cobiçado numa revista, um guarda-roupa incrível e o casamento dos sonhos prestes a acontecer. Mas ao ser convidada para participar num documentário policial sobre um incidente chocante que aconteceu no seu passado, Ani é forçada a enfrentar uma verdade que coloca em risco toda a vida perfeita que construiu.

Pese embora uma mensagem core muito acutilante direcionada às mulheres, "Luckiest Girl Alive" revela-se um thriller dramático bastante lento com muitos buracos na sua trama. Vários pontos acabam por não levar a lado nenhum e vários segmentos acabam por não fazer muito sentido no contexto global. Pode-se até dizer que a mensagem de empoderamento que o filme pretende passar não é acompanhada por um enredo à altura e que lhe consiga conferir um maior ímpeto dramático. O mesmo pode ser dito sobre os momentos chave da história referente ao passado de Ani (como se percebe um incidente trágico acabou por abafar outro) que, infelizmente, são abordados com pouco requinte e de uma forma leviana. Tudo isto acaba por levar a uma conclusão satisfatória é certo, mas pobremente contextualizada. 


Classificação - 2,5 Estrelas em 5

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