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Crítica - Brightburn (2019)

Crítica - Brightburn (2019)
Realizado por David Yarovesky
Com Elizabeth Banks, David Denman, Jackson A. Dunn


O que aconteceria se o Super Homem tivesse optado por usar os seus poderes ao serviço do mal? De certa forma, "Brightburn" responde a esta questão ao criar uma espécie de história mais sombria e alternativa da juventude do Super Homem que culmina com o jovem protagonista de "Brightburn" a  tornar-se numa das forças mais obscuras na Terra.
Esta subversão da história do género de filmes de super herói tinha muito potencial, não só para render um bom filme de terror/ação, mas sobretudo para dar início a um franchise negro e repleto de surpresas. Era claramente esta a intenção dos criadores desta obra que, apesar de não terem conseguido transformar uma grande ideia num grande filme, parecem ainda dispostos a apostar em mais projetos do género e até numa saga...
Mas focando agora neste filme em particular. É verdade que a ideia era boa e que a execução acabou por ser mediana, mas ainda assim "Brightburn" tem potencial para entreter e para entusiasmar. É certo que é descrito como um filme de terror, mas não será junto dos fãs deste género que conseguirá brilhar. E isto porque, embora tenha alguns elementos de terror e algumas sequências mais macabras, o que é certo é que o grande público alvo deste projeto são os fãs de ação e filmes de super heróis. E se dúvidas houvesse então basta remeter para a cena pós-créditos, onde claramente é evidenciada a intenção de apostar numa sequela que possa servir como uma espécie de filme sombrio e alternativo da Liga da Justiça...


Classificação - 2,5 Estrelas em 5


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