Mais Recentes

Post Top Ad

Your Ad Spot

terça-feira, abril 16, 2019

Crítica - The Sonata (2018)

Realizado por Andrew Desmond
Com Rutger Hauer, James Faulkner, Freya Tingley

Para além de serem apoiados pelo Portal Cinema, o FantasPorto em Portugal e o Lucca Film Festival em Itália, dois dos mais icónicos festivais de cinema da Europa, tiveram outra coisa em comum este ano. Os dois apadrinharam a passagem de “The Sonata” pelo circuito de festivais de cinema do Velho Continente. É importante referir, desde já que, em ambos, esta obra indie de Andrew Desmond foi bem recebida. 
Protagonizado pela promissora jovem atriz Freya Tingley, que já participou em filmes mais mediáticos como “Jersey Boys”; “The Sonata” explora a história de uma jovem violinista que, após a more do pai, desloca-se até ao Castelo onde ele vivia para receber a sua herança. É neste lugar, aparentemente mágico, que desvenda todos os segredos do passado do pai, segredos esses que a levam a desencadeará as forças das trevas pela via da coisa que mais ama no mundo: a música. 
É fácil de presumir pelo nome que “The Sonata” tem algum tipo de relação com a música. E embora não leve esta sua ligação à música para terrenos mais ambiciosos e cativantes, certo é que Andrew Desmond e a sua Equipa conseguiram um resultado final que se pode considerar positivo. É claro que ao lermos a sua premissa poderíamos imaginar um filme mais puxado e com um maior aproveitamento da relação entre as suas duas fortes temáticas centrais: música e demónios. Mas embora não aproveite todas as potencialidades que poderíamos, à partida, imaginar e tenha, por isso, menos impacto do que o esperado, certo é que “The Sonata” revela-se um razoável exemplo dentro do género. É certo que não é um filme capaz de nos pregar ao ecrã do início ao fim, nem é, de longe, um filme que puxe ao grotesco ou a um tipo de terror mais violento e direto. Mas dentro das suas subtilezas, que o aproximam mais até a um thriller, “The Sonata” consegue manter o interesse do espectador e vai surpreendendo com algum momentos bem pensados e dignos do género, como a sublime sequência onde a protagonista descobre o segredo macabro do pai. 

Classificação - 3 Estrelas em 5

Sem comentários:

Enviar um comentário

Post Top Ad

Your Ad Spot

Páginas