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Crítica - The Invisible Man (2020)

Crítica - The Invisible Man (2020)
Crítica - The invisible Man (2020)
Realizado por Leigh Whannell
Com Elisabeth Moss, Aldis Hodge

No final de 2020 olharemos para trás e diremos que a nova versão do clássico “The Invisible Man” foi um dos melhores filmes de terror do ano. E muito do seu sucesso deve-se a Elisabeth Moss. Que enorme performance da estrela da série que, pese embora a sua já longa carreira, só nos últimos anos é que caiu nas boas graças do grande público graças ao seu trabalho na série “The Handmaid's Tale”. Mas voltando a esta nova versão, onde Moss interpreta, Cecilia Kass, uma mulher que foge para escapar a uma relação violenta e controladora com um rico e brilhante cientista. Mas quando o seu abusivo ex-marido comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da sua vasta fortuna, Cecilia suspeita que a sua morte é apenas um embuste. Contudo, após uma série de coincidências estranhas e letais, que ameaçaram a vida daqueles que ama; e enquanto tenta provar que é perseguida por alguém que ninguém consegue ver, a sua sanidade é posta em causa.


Crítica - The invisible Man (2020)


Ao contrário das últimas tentativas de adaptar a clássica história do Homem Invisível imaginada por Orson Wells ao cinema,”The Invisible Man” apresenta-se ao espectador como um filme minimamente realista com uma abordagem tecnológica que, apesar do seu previsível elemento sci-fi, joga bastante bem com um ambiente de suspense e com um enredo surpreendentemente intenso. Embora não aprecie particularmente a sua reta final, pouco há a apontar à forma como os seus criadores tentaram explorar a sua trama! Sim, o final apresenta uma clara quebra de qualidade, até pela perda de imprevisibilidade e suspense, mas até serem dadas as grandes respostas somos presenteados com um filme bem montado e tecnicamente curioso que mantém várias possibilidades em aberto.
E aqui há que dar crédito a Moss que nos vende muito bem qualquer uma das possibilidades, seja a óbvia abordagem sci-fi, seja até aquela que é a mais interessante a meu ver, ou seja, a via psicológica e psiquiátrica. Não houve coragem de levar o filme a pontos mais bizarros e extremos, mas mesmo mantendo a via comercial o resultado final resulta e entretém. O final, embora um pouco desapontante e de certa forma previsível, não deixa de apresentar uma certa elegância e deixa tudo em aberto para uma sequela com um estilo ainda mais negro. Mas é o filme como um todo que cumpre e que acabará por conquistar o público.

Classificação - 3,5 Estrelas em 5

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