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Crítica - Ben is Back (2018)

Crítica - Ben is Back (2018)
Realizado por Peter Hedges
Com Julia Roberts, Lucas Hedges

Enquanto esperamos ansiosamente pela estreia do drama “Little Bee”, que será o próximo trabalho de Julia Roberts em Hollywood, podemos recordar a sua última performance no grande ecrã que data já de 2018 no filme “Ben is Back”. À semelhança de “Little Bee”, também “Ben is Back” tem um estilo mais modesto, dramático e diferente do que Roberts tinha vindo a fazer no cinema. A sua carreira sempre foi pautada por presenças em grandes blockbusters ou filmes de grandes orçamentos, mas com “Ben is Back”, Roberts deu azo a sua veia independente que tanto a ajudou no início da sua carreira. 
O filme pode até não corresponder ao elevado nível de Roberts, mas a sua performance é imaculada, não surpreendendo portanto o facto de ter sido até apontada como uma das potencias nomeadas ao Óscar de Melhor Atriz, nomeação essa que acabou por falhar.
A sua interpretação de uma mãe que tenta ajudar o seu filho viciado em drogas a livrar-se do problema e a acompanhar a sua recuperação é, acima de tudo, inspiradora e completamente reveladora do seu alcance dramático. A sua performance é destacadamente a força motriz do filme, mas este também tem outros elementos positivos que ajudaram-no a cimentar como uma surpresa indie.
Como já foi dito, “Ben is Back” não acompanha o grande nível de Roberts, mas é ainda assim um filme bastante interessante do ponto de vista dramático que, como a cereja no topo do bolo, tem a coragem de promover uma conclusão digna do seu espírito emotivo e humano. E escusado será dizer que tal conclusão só ajuda a elevar ainda mais o nível já excelente de Roberts, permitindo-lhe uma sequência digna do seu talento monumental.

Classificação - 3,5 Estrelas em 5

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