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Crítica - O Caso Collini (2019)

Crítica - O Caso Collini (2019)


Realizado por Marco Kreuzpaintner

Com Manfred Zapatka, Elyas M’Barek


Hoje em dia, a Alemanha e também o resto da Europa ainda lidam com as consequências das atrocidades cometidas pelos Nazis durante a 2ª Guerra Mundial, pese embora a mesma já ter terminado há mais de 70 anos. O sistema judicial germânico, tal como outros sistemas europeus, bem tentou dar alguma sensação de justiça a quem foi lesado por essas ações, mas com o passar do tempo muitos crimes ficaram por julgar e muitas injustiças ficaram por vingar nos tribunais, algo que criou uma sensação de injustiça e sede de vingança em alguns lesados e comunidades. É precisamente sobre este complexo conceito de vingança vs justiça que versa a base de “O Caso Collini”, uma espécie de drama judicial que nos conta a saga jurídica de Caspar Leinen (Elyas M’Barek), um jovem e inexperiente advogado que é posto à prova quando é apontado pelo tribunal como advogado de defesa de Frabrizio Collini (Franco Nero), um cidadão exemplar italiano de 70 anos que durante mais de 30 anos trabalhou na Alemanha e que, sem motivo aparente, mata Hans Meyer (Manfred Zapatka), um respeitado empresário. O interesse público no caso é grande, mas Collini mantém o silêncio sobre o motivo que o levou a assassinar um homem exemplar como Meyer. Enquanto Casper se afunda cada vez mais num caso incompreensível acaba por ser confrontado não só com o seu próprio passado como também com o maior escândalo judicial na história da Alemanha e com a verdade que ninguém quer ouvir.

Na base conceptual de “O Caso Collini” está uma ideia que muitas vezes não é completamente percebida pela opinião pública. Afinal de contas justiça e vingança são sinónimos ou antónimos? A ideia de que um crime pode não ser julgado em Tribunal, não conferindo assim justiça ao seu lesado, pode servir como desculpa para uma vingança pessoal? Mesmo sendo essa vingança cometida na forma de um crime deve ser alvo de alguma desculpabilização? Qual é a fronteira entre o bem e o mal num caso claramente criminal, mas cujas motivações para tal podem incutir alguma simpatia junto da opinião pública? Estas são questões moral complexas, mas juridicamente são mais claras. Um crime é um crime e deve ser punido como tal, mas claro que há vários graus de crimes e pode ou não haver agravantes ou atenuantes para o mesmo, consoante o caso e as circunstâncias que rodeiam o mesmo. A ideia de justiça, por outro lado, já é bem mais abstrata e depende sempre de pessoa para pessoa, pelo que os eventos retratados em “O Caso Collini” deverão sempre ressoar de forma diferente de pessoa para pessoa. 

O que é certo é que estamos perante um interessante drama jurídico muito competente, intenso e habilmente exposto que vale a pena descobrir. Embora não seja baseado num evento jurídico real, “O Caso Collini” tem inspirações claras na vida real, aliás o autor do livro que deu origem ao filme admitiu que o mesmo tem por base um caso familiar que lhe é muito próximo e que o fez pensar precisamente na questão justiça vs vingança. A ideia genérica do livro é habilmente transposta para o grande ecrã por uma competente equipa técnica e um elenco germânico pouco conhecido em Portugal mas, ainda assim, muito competente que, no final do dia, conseguem, em conjunto, criar um produto que nos conta uma grande história carregada de nuances morais e dramáticas. Se é fã de drama jurídicos e se gosta também de toda a história referente ao maléfico legado dos Nazis, então “O Caso Collini” é uma obra a não perder. 

Classificação - 3,5 Estrelas em 5

2 comentários:

  1. O CASO HOTEL SHERATON X FUNDAÇÃO GEOLÍNGUA

    Mais de 50 advogados, jovens e inexperiente e adultos e experientes - são postos à prova quando indicados pela Ordem dos Advogados e Tribunais, como advogado de defesa de Roberto Moreno, fundador e presidente da Fundação Geolíngua, um cidadão ítalo-hispano-luso-brasileiro de quase 70 anos que durante quase 30 anos trabalha em Portugal e que, sem motivo aparente, não mata ninguém em nenhuma suite do hotel Sheraton de Lisboa, muito pelo contrário, elogia e promove-o na imprensa Internacional, alem de lhe apresentar em 1996 o Projeto GEONET, embrião do Youtube, Google, Facebook e Amazon. – Posto isso, o Sheraton sequestra a Fundação e todo o seu conteúdo material e documental e apreende os dois passaportes, português e brasileiro de seu presidente - desde 2004 até os dias de hoje. E, com total conhecimento do Consulado e Embaixada do Brasil.

    O interesse público neste caso deverá ser enorme, entretanto, Roberto Moreno não mantém o silêncio sobre o motivo que o levou a não assassinar os seus advogados, que o andam a trair desde 2004 e, salienta que irá, com esta “má” experiência, criar a “Associação Portuguesa das Vitimas de seu Próprio Advogado, incluindo a sua Ordem profissional” – Este Caso deverá ser o maior escândalo judicial na história de Portugal e com a verdade que ninguém quer ouvir.


    Este texto é uma adaptação da Sinopse do CASO COLLINI, mantendo a sua estrutura e narrativa.
    Entretanto, tudo o que é descrito é real e Inspirado em documentos e Processos que estão nos calabouços do Ministério Público, Tribunais, Consulado e Embaixada do Brasil em Lisboa - e na Imprensa à portuguesa, com destaque à Agência Lusa e que sabe de tudo, desde 2007, porem está calada, após trocar Faxes com o Tribunal de Comércio de Lisboa.

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  2. O CASO HOTEL SHERATON X FUNDAÇÃO GEOLÍNGUA, será narrado em suporte livro teatro e cinema, mantendo uma estrutura e narrativa semelhante ao Caso Collini. Entretanto, o Caso Sheraton & Advogados Associados é real com base em documentos e Processos que estão nos calabouços do Ministério Público, Tribunais, Consulado e Embaixada do Brasil em Lisboa e na Imprensa à portuguesa, com destaque à Agência Lusa e que sabe de tudo, via uma reunião documentada em texto, fotos, áudio e vídeos, desde 2007, em sua sede, com o Roberto Moreno e Jorge da Paz Rodrigues, Magistrado Público, e autor do livro Jusformulários Penal e que narra este Caso. Salientasse que, a Lusa solicitou exclusividade de publicação sobre este Caso, porem está calada, após trocar Faxes com o Tribunal de Comércio de Lisboa, em 2007.

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