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Crítica - Holidate (2020)

Crítica - Holidate (2020)

Realizado por John Whitesell

Com Emma Roberts, Luke Bracey, Kristin Chenoweth 


A mais recente grande produção original da Netflix é uma comédia romântica que não tem uma premissa propriamente inovadora, apesar de tentar passar essa ideia. Ao pegar na fórmula "amigos coloridos" que já gerou algumas comédias românticas e que teve o seu apogeu com os lançamentos, no mesmo ano, de dois filmes similares ("Friends with Benefits" e "No Strings Attached"), "Holidate" junta ao já conhecido conceito de amigos coloridos o conceito de encontros em épocas festivas de forma a afastar perguntas desconfortáveis por parte da família. A fórmula é portanto na sua génese a mesma, apenas aqui há um twist que lhe da uma ténua sensação de novidade que, na realidade, não existe. 

Está bem longe de ser um exemplo de qualidade, mas é mais uma curiosa aposta comercial por parte da plataforma de streaming que, como se sabe, vê nas comédias românticas um género capaz de impulsionar o número de seguidores. E é bem verdade que "Holidate" tem a capacidade para se destacar no catálogo (nem que seja momentaneamente) e para cumprir a quota de cinema pipoca que a Netflix tenta preencher todos os anos. É também verdade que está bem longe de ser dos piores produtos do género no catálogo da Netflix, mas também não deixa de ser verdade que estamos perante um filme bastante banal sem nenhum elemento de relevo que o torna numa opção bastante insossa e limitada, mesmo que seja para uma relaxada sessão vespertina.


Classificação - 2 Estrelas em 5 


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