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Crítica - Marionette (2020)

Crítica - Marionette (2020)

Realizado por Elbert van Strien

Com Thekla Reuten, Peter Mullan, 


Entre os filmes em cartaz da Edição de 2021 do FantasPorto, "Marionette" é, sem dúvida, um dos melhores. Esta coprodução entre a Holanda e o Reino Unido é realizada por Elbert van Strien, um cineasta holandês que pouco dirá à maioria dos cinéfilos nacionais, mas que é um nome conhecido dos fãs do FantasPorto. Isto porque, em 2011, van Strien conquistou o prémio principal deste festival com o  muito elogiado “Two Eyes Staring”.

"Marionette" marca o regresso do cineasta ao FantasPorto, mas também aos filmes do género fantástico. "Two Eyes Staring” foi precisamente o seu último filme dentro deste género, mas claramente que este é um realizador que tem muito para dar a este estilo porque este seu regresso é igualmente interessante. 

Esta obra conta a história de Marianne Winter, uma psiquiatra que, após a morte do marido num acidente, decide emigrar  para a Escócia. No seu novo escritório começa a tratar um enigmático rapazinho que desenha imagens violentas e que parece prever o futuro, nomeadamente o futuro de Marianne. Caberá agora a Marianne descobrir se este jovem tem apenas uma imaginação fértil ou se é mesmo uma entidade divina e/ou sobrenatural!

Para além de uma hábil direção de  Elbert van Strien, "Marionette" conta com um elenco competente liderado por Thekla Reuten e pelo experiente Peter Mullan, mas também com uma trama que, embora de desenvolvimento lento, apresenta algumas surpresas.Embora a sua conclusão não esteja altura do resto do filme, certo é que este é um belo esforço por parte de um cineasta que, claramente, precisa de fazer mais filmes do género!


Classificação - 3 Estrelas em 5



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