Crítica - The Book of Love (2017)

Realizado por Bill Purple
Com Jason Sudeikis, Maisie Williams, Jessica Biel

A todos os níveis insuportável e completamente intolerável. Há poucas coisas positivas a dizer sobre "The Book of Love", sendo a única excepção o facto de não termos que tolerar a presença da terrível Jessica Biel durante muito tempo, já que a sua personagem pouco tempo aparece. Estamos perante um filme tão mau que, só para ter uma ideia, consegue arruinar por completo a imagem positiva que existe em redor de Maisie Williams, a jovem e promissora atriz que se destacou em "Game of Thrones", mas que neste "The Book of Love" interpreta um papel tão fraco e com um sotaque tão mau e forçado que no faz esquecer, por completo, do seu óbvio talento e carisma. A sua performance é péssima e é uma marca muito negativa no seu currículo, mas a culpa não é só sua e talvez por isso este péssimo trabalho não venha a ter repercussões duradouras na sua jovem carreira. A culpa desta sua prestação é sobretudo de um péssimo argumento repleto de melodramas aborrecidos e emoções baratas que, sem surpresa, não combinam com nada e, pior, não são suportadas por qualquer noção de estrutura, humanidade ou criatividade. 
No fundo, tudo em "The Book of Love" é desequilibrado, frio, monótono e incompleto, não havendo por isso necessidade de justificar ou explicar ao detalhe os seus inexistentes objetivos. O que importa ressalvar é que não há mesmo nada que puxe ou que entusiasme na história de um arquiteto viúvo que tenta ajudar uma jovem problemática a cumprir o seu sonho de construir uma jangada para atravessar o Oceano Atlântico. É certo que esta base é, já de si, ridícula, mas acredite que o seu desenvolvimento em filme é ainda pior do que se poderia imaginar.

Classificação - 0,5 em  5

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