Crítica - The Tree of Life (2011)

Realizado por Terrence Malick
Com Brad Pitt, Jessica Chastain, Sean Penn, Hunter McCracken

Um aviso para começar: “The Tree of Life” não é um filme para todos os públicos. Isto não quer dizer que ele não deva ser visto, especialmente no cinema. Mas quem entrar na sala à espera de ver um filme com uma estrutura narrativa convencional, muito provavelmente irá abandonar essa mesma sala em pouco mais de meia hora. Ao contrário do que se esperava, a mais recente obra do enigmático realizador Terrence Malick não é um firme candidato aos Óscares do próximo ano. Isto porque “The Tree of Life” é, simplesmente, demasiado bizarro para cair nas graças dos membros da Academia e do grande público em geral. Os mais distraídos ficam desde já avisados: esta obra apresenta-nos um Terrence Malick no seu estado mais puro, afirmando-se como um autêntico “Malick vintage”. O que quero dizer com isto? Que “The Tree of Life” é um dos filmes mais filosóficos e subjectivos de todos os tempos, fugindo de tudo aquilo que possa ser apelidado de convencionalismo cinematográfico.


Após uma deslumbrante sequência de mais de quinze minutos que visa o Big Bang e os primórdios do planeta Terra, a narrativa centra-se numa típica família norte-americana dos anos 50. O Sr. O’Brien (Brad Pitt num dos papéis mais interessantes da sua carreira) é um pai de família rígido e austero. A sua esposa (fascinante Jessica Chastain, que rouba por completo as atenções aos dois monstros do cinema com quem contracena), sempre fiel e submissa, vê o mundo como um palco de beleza inolvidável, onde todos os seres vivos são dignos de amor e de respeito. Mas o homem da casa insiste que o mundo não pode ser encarado dessa forma ingénua, preferindo viver a vida ao sabor de um código de conduta militarista, onde apenas os mais fortes e disciplinados sobrevivem. Um tipo de comportamento que acaba por lesar a relação com os próprios filhos, sobretudo com Jack (Hunter McCracken na versão jovem, Sean Penn na versão adulta) – o mais velho dos três rebentos –, que não se adapta às exigências ditatoriais do pai e, como consequência deste núcleo familiar disfuncional, começa a entrar nos terrenos da delinquência juvenil. E é ao entrar em contacto com o lado mais rebelde da existência humana que Jack perde a sua inocência de criança, reflectindo sobre o significado de emoções tão poderosas como o ódio, o desejo de vingança, ou até mesmo o sentido da vida.
Analisar um filme tão singular como “The Tree of Life” não é tarefa fácil. Por um lado, a beleza das suas imagens e a natureza reflexiva do seu argumento sidera-nos por completo, deixando-nos com a sensação de estarmos a assistir a algo verdadeiramente único e original. Algo que, decerto, ficará para a História do cinema. Mas por outro lado, o excesso de existencialismo torna-o demasiado bizarro, experimental e subjectivo, fazendo com que dificilmente funcione como um filme na verdadeira acepção da palavra.


De facto, “The Tree of Life” assemelha-se mais a uma exposição de fotografia em movimento. De certa forma, é como se estivéssemos a assistir a um poema visual. Malick não hesita em presentear-nos com todo o tipo de planos centrados em florestas, riachos e explosões cósmicas, pretendendo levar o espectador ao êxtase visual e auditivo. A transmissão de várias mensagens pró-Natureza; a análise do Homem como um ser semelhante a uma bomba-relógio; a colocação das personagens num estado constante de dúvida religiosa; tudo isto é digno de aplauso, numa obra que, por vezes, quase chega a ter mais olhos que barriga. O problema é que os devaneios excessivos de Malick prejudicam (e de que maneira) o equilíbrio da narrativa, não abonando a favor de nada nem ninguém.
Mais do que qualquer outra coisa, “The Tree of Life” é uma ode aos aspectos mais minimalistas da Natureza e da vida humana. Malick é um poeta. E esta obra é um poema sobre a essência do ser humano, seus receios, defeitos, virtudes, sonhos, emoções e tudo o mais. Tornando-a um produto cinematográfico extremamente interessante… mas excessivamente bizarro e pessoal para agradar a gregos e troianos. A espaços, a sua estrutura narrativa chega a obedecer à teoria do caos. O argumento (igualmente escrito por Malick) passa de dinossauros a malmequeres num piscar de olhos, em múltiplas sequências que só o próprio realizador poderá saber o que significam e o que pretendem transmitir. O espectador mais embasbacado terá dificuldade em compreender qual foi o critério utilizado na montagem do filme, já que Malick parece utilizar todos os pedacinhos de fita que gastou nestes últimos anos de filmagem. O que só poderá significar uma valente dor de cabeça para o espectador menos tolerante e menos habituado a este tipo de devaneios artísticos. E se a cena inicial do Big Bang ainda é tolerável, a derradeira meia hora de película deixa os neurónios dos espectadores à chapada uns com os outros. De cem pessoas, oitenta certamente interpretarão essa sequência final de maneira diferente. Desde Jessica Chastain a falar com anjos transparentes, até Sean Penn a cambalear pelo deserto, a subir e descer elevadores, e a atravessar portas místicas como se tivesse acabado de fumar doses incomportáveis de haxixe, ninguém consegue perceber muito bem onde Malick quer chegar com aqueles últimos minutos da película.


Uma coisa é certa: “The Tree of Life” jamais atingirá consenso crítico e comercial. Os fãs de Kubrick, Lynch, von Trier e outros que tais acharão Terrence Malick genial e “The Tree of Life” uma obra-prima. Os seguidores de um cinema mais convencional, com histórias segmentadas em princípio, meio e fim, adormecerão a meio do filme e nunca mais quererão ouvir falar de Malick para o resto das suas vidas. Eu cá me fico pelo meio-termo. “The Tree of Life” apresenta muitas virtudes (como a estrondosa banda-sonora de Alexandre Desplat, complemento ideal das imagens que irrompem pelos nossos olhos adentro), mas afirma-se como uma obra demasiado caótica e filosófica para os meus gostos.


Classificação – 3 Estrelas Em 5

19 comentários:

  1. Gostava imenso de ver este filme no cinema mas o senhor da Lusomundo de Aveiro achou que eu não ia gostar e não o pôs em exibição. Obrigado pah.

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  2. Boas, e vamos a ver se não me perco. Começo por enaltecer o excelente retrato que fez deste (para mim)genial argumentista/realizador, conseguiu melhor do que ninguém descrever um pouco da sua obra.
    Eu comecei por ver primeiro o BARREIRA INVISÍVEL, e achei espectacular, soberbo como consegue fazer um grande filme de guerra e ao mesmo tempo captar o que a natureza tem de mais belo, e como as personagens, mesmo estando naquela ilha infernal tem tempo para admira-la e ter compaixão pelo próximo.
    Vi também o O NOVO MUNDO, já achei mais chato, mas não desgostei. mas continua a captar a natureza de uma forma como nenhum outro, quase poética.
    Por curiosidade, vi igualmente os NOIVOS SANGRENTOS e DIAS DO PARAÍSO, são mais ou menos, foi engraçado ver os primórdios de alguns actores, como Martin Sheen, Sissy Spacek, Richard Gere e Sam Shepard...
    Quanto a quem gosta dos realizadores que referiu no final do texto, não estou de acordo, porque do Kubrick, só gosto do último, DE OLHOS BEM FECHADOS, do Linch adoro TWIN PEAKS, VELUDO AZUL E Mulholland Dr., do von Trier vi alguns, DOGVILLE, ONDAS DE PAIXÃO, gostei de ambos, mas nada de especial, mas o ANTICRISTO é uma aberração, o filme, porque os actores, referindo os dois principais são extraordinários.
    Este ainda não vi, mas vou ver com certeza e acho que vou gostar e quando assim for voltarei cá para comentar.
    Peço desculpa pelo "jornal", e bem haja o supracitado portal e mais uma vez pela excelente descrição acima feita, ao filme e ao Malick.

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  3. Não tem de pedir desculpa pelo "jornal", Pedro. O que nós queremos são comentários construtivos como o seu. Curiosamente, "O Novo Mundo" foi o filme de Malick que mais gostei até à data. "A Barreira Invisível" vi-o com 13 ou 14 anos e lembro-me que não fiquei com muito boa impressão. Se o visse agora, talvez ficasse com outra ideia sobre a qualidade do filme.

    Cumprimentos

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  4. Grande crítica, das que li é a que me identifico mais. E está tudo dito, concordo com os pontos fortes do filme - a sua parte visual e musical - e os pontos mais negativos - a sua linha narrativa. E não posso deixar de ficar desiludido, pois com todo o potencial existente na imagem, nas cores e na realização de Malick a película merecia um tratamento mais coerente e menos vago, ambíguo no seu argumento.

    Ainda assim é um grande filme, para o bem ou para o mal acho que vai ser um marco do cinema, e sair do mesmo com o filme a badalar nos sentidos durante largas horas depois já não é para todos. Talvez a comparação com o 2001: Odisseio no Espaço de Kubrick não seja descabida mas só o tempo o dirá (embora reconheça mais qualidades no 2001, refiro-me mais à parte monumental, visual).

    abraço

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  5. Concordo em especial com o referido quanto à ultima meia hora aprox...de facto n se percebe bem o porquê desta opção...penso aliás que o filme teria ganho bastante sem a cena final...

    Não obstante é um filme bastante bom, arrojado e de uma beleza ímpar, salientando eu no entanto todas as cenas em que surge o jovem Sean Penn - grande performance e plena de intensidade e tormento - consequente de todas as questões que suscita...

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  6. Devo dizer que o retrato (descritivo) que faz do filme lhe faz bastante justiça, mas ficar pelo meio termo é incompreensível. Ninguém pode ficar pelo meio termo com um filme destes. É sublime. Quanto às sequências "abstractas" que diz que o espectador não irá certamente compreender, interpreto-as como viagens interiores pela memória e imaginário das personagens que nos remete para uma dimensão espacial e temporal paralela à existência quotidiana, é a dimensão das figuras de estilo, das metáforas, uma dimensão simbólica que tendemos a negar que existe, mas que está sempre presente em toda a história da humanidade.
    Devo dizer que sou uma pessoa bastante impaciente, raramente tenho paciência para cenas muito paradas. Mas este filme, assim como todos os filmes do Malick nada tem de "chato", tem o ritmo perfeito para qualquer pessoa que goste de poesia. Quem não tiver paciência para parar o carro de vez em quando para ver o nascer do sol ou um campo cheio de papoilas ao vento, já para não falar do exercício maravilhoso que é observar o crescimento dos próprios filhos em vez de os despachar constantemente porque não há tempo, também não poderá compreender Malick. Mas isso não é problema do Malick, é das pessoas que sucumbiram ao ritmo alucinante imposto pela indústria da imagem e que entretanto já se esqueceram como é que se respira normalmente. Malick, com a sua obra tem feito uma genial, soberba e generosa homenagem à própria vida e à humanidade. Eu ficar-lhe-ei sempre grata por isso. E se é cinema ou não, é muito relativo. As fronteiras somos nós que as traçamos e derrubamos.

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  7. Rita Leite, pelos vistos mais uma fã de Malick, se não se importa que lhe pergunte, viu também a BARREIRA INVISÍVEL e os outros, e o que achou?
    Queria também acrescentar algo mais ao que disse em cima, um realizador que ao fim de 20 anos, entre DIAS DO PARAÍSO e O BARREIRA INVISÍVEL, consegue nesse mesmo filme juntar uma grande elite de actores de renome e bons como Sean Penn, Adrien Brody, George Clooney, John Cusack, John Travolta, Woody Harrelson, Jim Caviezel, Nick Nolte, Elias Koteas e Ben Chaplin, alguns hoje mais conhecidos como, John C. Reilly, Jared Leto, Nick Stahl, Miranda Otto, as representações que alguns fazem é de louvar, tais como as discussões entre Nick Nolte e o Elias Koteas ou as conversas de Sean Penn e o Jim Caviezel, simplesmente extraordinário. Cumprimentos a todos e especialmente aos fãs de MALICK.

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  8. Rita Leite, sem dúvida viu o mesmo que eu vi.
    Não vi os filmes de Malick, exceptuando Barreira Invisível e há bons anos.
    É uma experiência que nos leva às nossas memórias, fé, crença, descrença, ódio, dúvida, segurança, insegurança e tantas outras vivências que nos acompanham.
    A meu ver, a cena de cerca de trinta minutos leva-nos ao misticismo, à beleza e à esperançosa perspectiva do reencontro, não esquecendo sofrimento ou sentimento de perda (ocorre-me, por exemplo a imagem da mãe de Jack morta, enquanto ele percorre o seu trajecto pelo deserto), a meu ver, com narrativa coerente.
    Misto de ficção científica, culto do belo, da bondade e fraqueza do Homem, violento, mas, sobretudo um grande drama. E um drama, é cinema.

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  9. A natureza humana tem tanto de poético como de medíocre; somos capazes tanto de amar e de odiar, há quem se delicie observar vitimas de acidentes rodoviários, há quem se maravilhe com um campo de trigo a ondular sob o vento.
    É mesmo assim. Somos bons e somos maus. Somos espertos e nulos, somos inteligentes e poetas. É a nossa diversidade.
    O grande poder desta obra-prima, é que em termos humanos, distingue o trigo do joio em relação ao espectador. Quem não "gosta" ou não "percebe", devia ficar-se pelas compras no shopping e por rominar pipocas embalado por filmes do Michael Bay . Custa a ouvir, mas é a pura verdade.
    Malick fez um Filme digno do nome, e fê-lo sem apelar à pose, ao cliché bacoco, à pseudo-arte . Este é um filme que de facto não é para todos, porque como disse e bem a Rita Leite, existem espíritos humanos mais pobres que outros, não havendo nada a fazer quanto a isso.
    Gostos não se discutem, lamentam-se. A qualidade intrínseca de um filme depende do filme, e não da qualidade intelectual do espectador.
    Por isso não entendo de todo, a pontuação de 3 em 5 dada a este filme, considerando-a mesmo errada, porque em determinados casos a subjectividade inerente a este tipo de classificações, desvanece-se ante a plenitude e densidade de uma obra-prima. Ficando assim a verdade sobre o crítico mais exposta, mesmo que não seja bonita.

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  10. Toda a gente percebeu que me está a chamar burro, "ninteressa"; escusa de estar com rodeios.
    De facto, já estava a ficar admirado por ainda não ter vindo alguém aqui dizer que quem não gosta deste filme é atrasado mental. Essa é uma visão muito redutora, infelizmente muito própria da natureza humana que referiu.
    Não estamos aqui para analisar inteligências e qualquer filme (mesmo as grandes obras-primas) é sempre alvo de subjectividade. Pois arte sem subjectividade... transforma-se em matemática. Fico-me pelo meio termo em relação a este filme porque, apesar de lhe reconhecer os méritos artísticos e a mensagem, apresenta uma estrutura narrativa demasiado caótica. Isto não quer dizer que não a tenha compreendido. Mas, por vezes, estes filmes tornam-se demasiado pretensiosos e eu não aprecio isso.
    Espero ter feito entender o meu ponto de vista.

    Cumprimentos

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  11. Caro Rui, lamento que tenha interpretado assim a minha observação à sua crítica. O gosto, não está relacionado com o Q.I., está relacionado com a sensibilidade.
    Os filmes maiores, são maiores porque se sentem, não porque se entendem. As obras de arte verdadeiras sentem-se, porque lá está, são subjectivas e estão para além do raciocínio lógico-matemático. Não é suposto serem "entendidas".
    O argumento deste filme é um anti-plot, uma iguaria rara, no cinema de hoje, e não facilmente degustável. Em termos populares, descreve-se como "Um filme onde não acontece nada.". E de facto não acontece nada em termos dos "12 passos do herói", que constituem o archplot de todos os blockbusters, com o seu previsível rol de plot-points, gráficos de personagem e final tão feliz quanto fechado.
    Realmente os anti-plots, ou filmes de narrativa não linear não se entendem facilmente, mas sentem-se como nenhum outro filme, quando são bem feitos.
    O cinema é entretenimento, mas de quando em quando surge um génio corajoso e atrevido o suficiente para nos relembrar a todos o que é bom sentir, em vez mastigar e cuspir.

    Obrigado
    Luís Teixeira Matos

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  12. Concordo. E é precisamente isso que torna este filme tão ímpar e especial. Mas "The Tree of Life" acaba por apresentar uma estrutura narrativa demasiado não-linear para os meus gostos. Penso que Terrence Malick exagerou um pouco. "The Tree of Life" seria um filme mais convincente se tivesse seguido os passos de "The New World", que também é uma ode à Natureza e ao que o ser humano tem de melhor. Mas lá está, se assim fosse, "The Tree of Life" deixava de ser uma experiência cinematográfica tão especial. E é por isso mesmo que é uma obra difícil de analisar e de apreciar.
    O que é certo é que, como disse e bem, Malick é um génio corajoso. Um realizador que só traz bonança ao cinema norte-americano. Razão pela qual, goste-se ou não, se deve aplaudir o seu esforço e a sua visão do mundo.

    Cumprimentos

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  13. Olha rui, eu com todas as minhas limitações, que são bastantes, gostei do filme e gostei da tua análise.
    este filme deve ser visto! independentemente de ser adorado, compreendido ou não! cumpre o papel de fazer pensar e analisar.
    é o que me tem feito a mim que ando a driblar opiniões com amigos que já o viram.
    se o senhor é mais genial que outro qualquer, não é importante! o principal é mexer com os tais neurónias que andam à bulha uns com os outros...
    obrigada
    rita

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  14. Afinal as críticas incidem sobre o filme mencionado ou sobre as obras do realizador?
    é que não compreendo! sai um filme e vêm para cá falar bem das obras passadas e bem deste filme sem o terem visto.
    só porque os anteriores foram razoáveis à exceção da Barreira Invisível, que foi uma obra prima sim senhor, não se pode dizer que este é fenomenal sem o terem visto.
    Temos provas vivas de realizadores fenomenais que realizaram obras primas da sétima arte e que
    a posteriori realizaram os maiores fracassos e desilusões cinemáticas!
    Lá por este realizador ter realizado meia dúzia de películas, não lhe chamemos James Cameron!

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  15. http://french-fries-with-pepper.blogspot.com/2011/05/tree-of-life-eine-symphonie-auf-dem.html

    A minha crítica ao mesmo filme

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  16. Este filme NÃO FAZ QUALQUER SENTIDO!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Agora aparecem meia duzia de "pseudoentendido" que para parecerem que percebem se cinema dizem k é uma obra prima, fantastica etc, é uma bela merda!!!
    Nao faz qq sentido!!!

    Manel

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  17. Um filme proprio para os leitores de Clarice Linspector

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  18. Quem gosta de ler Clarice Linspector vai gostar do filme

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  19. 2001 odisseia no espaço tinha 27 minutos de dialogos. na altura foi ignorado. onde esta a linha narrativa? foi nomeado ao oscar de melhor argumento. um argumento fraco. uma historia intemporal um filme excepcional... os filmes para serem grandes nao tÊm de ter tudo desde que o que falte seja compensado por outra coisa.

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