Crítica - Lace Crater (2016)

Realizado por Harrison Atkins
Com Lindsay Burdge, Peter Vack, Betsey Brown 

O que aconteceria se um ser humano tivesse relações sexuais com um espírito? Quais seriam as consequências? A pergunta parece inusitada, mas o que é certo é que é um tema pouco explorado no vasto universo cinematográfico, muito provavelmente porque é completamente descabido. O que é certo é que os responsáveis por "Lace Crater" lembraram-se de tentar dar uma resposta a esta questão ao inseri-la na base de uma espécie de dramédia romântica sobrenatural. Esta ideia pode até parecer curiosa e ao inserir-se no espírito de um filme leve como este até acaba por perder a sua componente macabra. O problema é que "Lace Crater" não tem qualquer conteúdo. A história que nos é apresentada sobre uma mulher que, após uma festa, conhece um fantasma e tem relações com ele sem antever as devastadoras consequências aparece-nos completamente desprovida de ritmo, emoção e, acima de tudo, conteúdo. É por estas razões um filme desprovido de vida, intenção e ação que se perde em diálogos aborrecidos e eventos previsíveis que, em conjunto, desaproveitam uma ideia diferente que num outro cenário e com mais criatividade à mistura poderia até ter resultado.

Classificação - 1,5 Estrelas em 5

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