Crítica - Touched With Fire (2016)

Realizado por Paul Dalio
Com  Katie Holmes, Luke Kirby, Christine Lahti

Já afastada há alguns anos das grandes lides cinematográficas, Katie Holmes assume sem qualquer brilho o protagonismo de “Touched With Fire”, uma espécie de drama romântico também ele sem qualquer brilho. Este projeto indie, também protagonizado por Luke Kirby, foi produzido pela Roadside Attractions que bem tentou puxá-lo para a época de prémios, mas sem sucesso. E torna-se fácil compreender o porque deste insucesso. No fundo, “Touched With Fire” é um drama romântico sem chama ou calor. É um filme frio e sem um claro sentido dramático, onde a história de dois poetas bipolares que se apaixonam e entram numa espiral descendente nas suas respectivas vidas não cumpre nenhum requisito de intensidade ou interesse.
As performances dos dois intérpretes desses poetas, Holmes e Kirby, pouco ajudam a melhorar a parca imagem deste pequeno produto que nem sequer expõem um retrato competente sobre as consequências da bipolaridade no quotidiano dos pacientes e seus familiares próximos. É certo que se compreende a ideia por detrás desta obra, mas a mesma foi pessimamente aplicada.

Classificação - 2 Estrelas em 5

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