Crítica - Manhattan Nocturne (2016)

Realizado por Brian DeCubellis
Com Yvonne Strahovski, Adrien Brody, Jennifer Beals

Embora seja já um filme de 2016, "Manhattan Nocturne" acabou por merecer uma estreia nas salas de cinema portuguesas. Embora não pareça, à primeira vista, uma obra com qualidade suficiente para justificar tal honra, "Manhattan Nocturne" acaba por surpreender pela positiva. É claro que não tem um palmarés invejável, não sendo sequer uma obra muito relevante ou brilhante, mas dentro do que se pretendia deste projeto e das suas medianas aspirações até acaba por se revelar uma razoável peça de entretenimento.
Fiel a uma mistura entre os estilos dos thrillers jornalísticos e dos filmes noir policiais, "Manhattan Nocturne" traz-nos o experiente e competente Adrien Brody no papel de Porter Wren, um jornalista de tabloides nova-iorquino com um apetite por escândalos. Ele vende morte, tragédia e qualquer coisa que passe por verdade. Em casa é um homem modelo, dedicado à esposa. Mas quando uma estranha sedutora lhe pede para investigar o homicídio não solucionado do seu marido, Porter não consegue resistir. É esta a rampa de lançamento para uma história de mistério, com um certo romance sedutor à mistura, que, pese embora óbvias falhas estruturais, consegue fornecer um razoável entretenimento ao espectador graças, em parte, a uma intriga policial com uma boa dose de interesse e tensão. É certo que essa mesma intriga não é uma pérola no que toca aos géneros que pretende representar, mas as boas bases estão bem presentes e acabam por elevar o resultado final deste projeto para níveis bem acima das medianas expectativas que se formam ao vermos o seu trailer.  

Classificação - 2,5 Estrelas em 5

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